Ir para o Conteúdo
Mais Buscados
    Cesta
    + 1
    Esgotado
    Oferta
    COMPRAR Sinvastatina 40mg com 30 comprimidos - Medley
    Esgotado
    Oferta
    De: R$50,67
    ou 1x de R$34,76
    Por: R$33,71
    Condição especial no pix Ícone PIX
    Preço para SP: 34,76

    Desculpe-nos, esse produto está esgotado no site.

    Sinvastatina 40mg com 30 comprimidos - Medley

    Sinvastatina 40mg com 30 comprimidos - Medley

    Sinvastatina 40mg é indicada para:
    - Reduzir o risco de desenvolvimento de doenças do coração.

    Tarja vermelha

    Ícone de estoque esgotado Produto Esgotado

    Compre Novamente

    Reponha seus favoritos e economize tempo

    Conheça a Marca

    Saiba mais sobre sua marca favorita

    Marca: Medley
    Medley

    Confira todos os produtos da marca Medley na Drogaria Nova Esperança.

    Acessar
    Ícone de medalha
    Tradição
    Garantia de cuidado
    Ícone de lampada
    Inovação
    Ciência e Tecnologia
    Ícone de coração
    Versatilidade
    Cuidado para Todos

    Descrição do Produto

    Sinvastatina 40mg é um medicamento apresentado em embalagem com 30 comprimidos, recomendado para administração por via oral e uso de adultos. Tem o objetivo de reduzir o risco de desenvolvimento das doenças do coração, como o infarto, derrame ou dor no peito (angina), diminuindo os níveis do mau colesterol e de substâncias gordurosas como triglicérides no sangue.

    Atenção: Conheça as demais reações lendo a bula original completa aqui mesmo em nosso site.

     

     

    Este conteúdo foi extraído manualmente de informações apresentadas pela marca do produto, sob supervisão técnica da farmacêutica responsável: Dra. LUCIANA DE SANTANA MAGALHAES ROCHA - CRF: 83.463, Dr. GIVANILDO DOS SANTOS - CRF 86.303 -, Dra. LUISA CAMARGO CARQUEIJO - CRF 74.776 . Não utilize este material como substituto ao conselho médico profissional. Esse texto possui apenas fins informativos.

     

     

    Isto é um medicamento, não use sem prescrição médica e orientação do farmacêutico. Ao persistirem os sintomas, o médico deverá ser consultado.

    Sobre o produto:
    Mais informações sobre esse produto

    Sinvastacor
    sinvastatina
    FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES
    Sinvastacor 5 mg. Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos
    Sinvastacor 10 mg. Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos
    Sinvastacor 20 mg. Embalagem contendo 30 ou 60 comprimidos revestidos
    Sinvastacor 40 mg. Embalagem contendo 10 ou 30 comprimidos revestidos
    USO ORAL
    USO ADULTO
    COMPOSIÇÃO
    Cada comprimido revestido de 5 mg contém:
    sinvastatina..................................................... 5 mg
    excipientes q.s.p. ............... 1 comprimido revestido
    (butil hidroxianisol, ácido ascórbico, ácido cítrico, amido, lactose monoidratada, celulose
    microcristalina, estearato de magnésio, hipromelose, talco, dióxido de titânio, óxido férrico
    amarelo)
    Cada comprimido revestido de 10 mg contém:
    sinvastatina..................................................... 10 mg
    excipientes q.s.p. ............... 1 comprimido revestido
    (butil hidroxianisol, ácido ascórbico, ácido cítrico, amido, lactose monoidratada, celulose
    microcristalina, estearato de magnésio, hipromelose, talco, dióxido de titânio, óxido férrico
    vermelho, óxido férrico amarelo)
    Cada comprimido revestido de 20 mg contém:
    sinvastatina..................................................... 20 mg
    excipientes q.s.p. ............... 1 comprimido revestido
    (butil hidroxianisol, ácido ascórbico, ácido cítrico, amido, lactose monoidratada, celulose
    microcristalina, estearato de magnésio, hipromelose, talco, dióxido de titânio, óxido férrico
    vermelho, óxido férrico amarelo)
    Cada comprimido revestido de 40 mg contém:
    sinvastatina..................................................... 40 mg
    excipientes q.s.p. ............... 1 comprimido revestido
    (butil hidroxianisol, ácido ascórbico, ácido cítrico, amido, lactose monoidratada, celulose
    microcristalina, estearato de magnésio, hipromelose, talco, dióxido de titânio, óxido férrico
    vermelho)
    INFORMAÇÕES AO PACIENTE
    Leia atentamente este texto antes de começar a tomar o medicamento, ele informa sobre
    as propriedades deste medicamento. Se persistirem dúvidas ou estiver inseguro fale com
    seu médico.
    Antes de utilizar o medicamento, confira o nome do rótulo e não administre caso haja
    sinais de violação e/ou danos na embalagem.
    Sinvastacor
    COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
    Sinvastacor reduz os níveis do mau colesterol (LDL-colesterol) e de substâncias gordurosas
    chamadas triglicérides e aumenta os níveis do bom colesterol (HDL- colesterol) no sangue. O
    Sinvastacor pertence à classe dos medicamentos denominados inibidores da
    hidroximetilglutaril-co-enzima A (HMG-CoA) redutase.
    Sinvastacor diminui a produção de colesterol pelo fígado (a maior fonte de colesterol no
    organismo) e aumenta a remoção de colesterol da corrente sangüínea pelo fígado. O
    medicamento Sinvastacor reduz de forma significativa os níveis do mau colesterol (LDLcolesterol)
    e dos triglicérides e aumenta os níveis do bom colesterol (HDL-colesterol). Ao tomar
    Sinvastacor e fazer dieta, você estará controlando a quantidade de colesterol que ingere e a
    quantidade que o seu organismo produz.
    POR QUE ESTE MEDICAMENTO FOI INDICADO?
    Seu médico lhe receitou Sinvastacor para reduzir os riscos à sua saúde decorrentes das
    doenças cardiovasculares.
    Se você tem doença coronariana (DAC), diabetes, já teve derrame ou outra doença vascular
    (independentemente dos níveis sangüíneos do seu colesterol), Sinvastacor:
    - pode prolongar a sua vida ao reduzir o risco de infarto do miocárdio (ataque cardíaco) ou de
    derrame;
    - reduz a necessidade de cirurgia para melhorar o fluxo sangüíneo nas pernas e nos órgãos
    essenciais, tal como o coração;
    - reduz a necessidade de hospitalização por dor no peito (conhecida como angina).
    O Sinvastacor reduz os níveis de colesterol no sangue. O colesterol pode causar doença
    coronariana (DAC) ao estreitar os vasos sangüíneos que transportam oxigênio e nutrientes para
    o coração. Esse entupimento, ou endurecimento das artérias, é denominado aterosclerose. A
    aterosclerose pode causar dor no peito (conhecida como angina) e infarto do miocárdio (ataque
    cardíaco). Sinvastacor também retarda a progressão da aterosclerose e reduz o
    desenvolvimento de mais aterosclerose.
    Níveis altos de colesterol podem resultar de vários fatores, inclusive de alimentação rica em
    gorduras saturadas (gorduras que ficam sólidas quando expostas ao ar, tal como a manteiga), de
    algumas doenças ou distúrbios genéticos e da falta de exercícios físicos. A redução dos níveis
    altos de colesterol pode ajudar a diminuir o seu risco de ter doença coronariana (DAC).
    A DAC pode ser decorrente de muitas causas e o risco de você ter DAC pode aumentar na
    presença de um ou mais dos seguintes fatores:
    - níveis altos de colesterol no sangue,
    - hipertensão arterial (pressão alta),
    - tabagismo,
    - diabetes,
    - obesidade,
    - pessoas com DAC na família - principalmente parentes de primeiro grau,
    - sexo masculino e após a menopausa.
    Os cinco primeiros fatores de DAC podem ser controlados com a sua ajuda.
    O QUE VOCÊ PODE FAZER EM BENEFÍCIO DA SUA SAÚDE E PARA REDUZIR O RISCO
    DE DOENÇA CORONARIANA.
    PARE DE FUMAR
    O tabagismo aumenta a probabilidade de você sofrer infarto do miocárdio.
    Sinvastacor
    FAÇA EXERCÍCIOS
    O exercício pode aumentar seus níveis de colesterol “bom“ e diminuir a probabilidade de você ter
    doença coronariana. Peça orientação ao seu médico antes de iniciar a prática de exercícios
    físicos.
    CONSULTE SEU MÉDICO REGULARMENTE
    Seu médico irá verificar seus níveis de colesterol.
    TOME SEU MEDICAMENTO
    Não interrompa seu tratamento para que seus níveis de colesterol se mantenham controlados.
    MANTENHA A DIETA RECOMENDADA POR SEU MÉDICO
    A dieta não irá apenas ajudá-lo(a) a reduzir os níveis de colesterol, mas também lhe ajudará a
    perder peso (se for o caso).
    O LDL-colesterol é chamado mau colesterol porque é o colesterol que entope suas artérias. Por
    outro lado, acredita-se que o HDL-colesterol remova o colesterol dos vasos sangüíneos, sendo
    portanto, considerado o bom colesterol.
    A maioria das pessoas não apresenta sintomas decorrentes do colesterol elevado
    imediatamente. Você poderá saber se seus níveis de colesterol estão elevados por meio de um
    simples exame de sangue. Consulte seu médico regularmente, dose seu colesterol quando ele
    solicitar e pergunte para ele quais são os níveis ideais de colesterol no seu caso.
    QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
    Sinvastacor é contra-indicado nos casos de hipersensibilidade a qualquer componente da
    fórmula, em pacientes com hepatopatias ativas ou elevações persistentes e inexplicadas das
    transaminases séricas e durante a gravidez e a lactação.
    Informe ao seu médico se você consome quantidades consideráveis de bebidas alcoólicas ou já
    teve doença(s) do fígado.
    Posso tomar Sinvastacor com outros medicamentos?
    Você também deve informar a qualquer médico que lhe prescrever um novo medicamento que
    você está tomando Sinvastacor.
    É muito importante informar seu médico se você for tomar Sinvastacor associado a qualquer um
    dos medicamentos listados abaixo, pois o risco de problemas musculares nessa situação é maior
    ( veja também “QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR?”):
    - Ciclosporinas;
    - Antifúngicos (como o itraconazol ou o cetoconazol);
    - Derivados do ácido fíbrico (como a genfibrozila e o benzafibrato);
    - Os antibióticos eritromicina e claritromicina;
    - Inibidores da protease do HIV (tais como indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir);
    - Antidepressivo nefazodona;
    - Amiodarona (um medicamento utilizado para arritmias cardíacas);
    - Verapamil ou diltiazem (medicamentos utilizados no tratamento de hipertensão arterial, angina,
    ou doenças cardíacas);
    - Altas doses (1 g/dia) de niacina ou ácido nicotínico.
    Também é importante informar seu médico se estiver tomando anticoagulantes (medicamentos
    que evitam a formação de coágulos sanguíneos) tais como a varfarina, a femprocumona, ou
    fenofibrato, outro derivado do ácido fíbrico.
    Sinvastacor
    “Informe ao médico ou cirurgião dentista o aparecimento de reações indesejáveis”.
    “Informe ao médico ou cirurgião dentista se você está fazendo uso de algum outro
    medicamento”.
    “Não deve ser utilizado durante a gravidez e a amamentação, exceto sob orientação
    médica. Informe seu médico se ocorrer gravidez ou se iniciar amamentação durante o uso
    deste medicamento”.
    “Este medicamento causa malformação ao bebê durante a gravidez.”
    Atenção: Este medicamento contém corantes que podem eventualmente, causar reações
    alérgicas.
    O Sinvastacor não é recomendado para uso pediátrico.
    NÃO USE MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO,
    PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE
    COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
    Sinvastacor 5 mg é um comprimido revestido amarelo, oblongo, biconvexo.
    Sinvastacor 10 mg é um comprimido revestido rosa claro, oblongo, biconvexo.
    Sinvastacor 20 mg é um comprimido revestido bege, oblongo, biconvexo.
    Sinvastacor 40 mg é um comprimido revestido rosa, oblongo, biconvexo.
    A variação da dose de Sinvastacor é de 5-80 mg/dia, administrados em dose única, à noite. Seu
    médico poderá ajustar sua dose até, no máximo, 80 mg por dia, administrada em dose única à
    noite. Ele também poderá prescrever doses mais baixas, principalmente se você estiver tomando
    ciclosporina ou tiver certos tipos de doença renal. Continue tomando Sinvastacor até que o seu
    médico lhe diga para parar. Se você parar de tomar Sinvastacor, seus níveis de colesterol
    podem aumentar novamente.
    O que fazer no caso de esquecer de tomar uma dose?
    Tente tomar Sinvastacor conforme a prescrição médica. Entretanto, se você deixou de tomar
    uma dose, deverá tomar a dose seguinte como de costume, isto é, na hora regular e sem dobrar
    a dose.
    “Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração
    do tratamento”.
    “Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico”.
    “Este medicamento não deve ser partido ou mastigado”.
    “Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o
    aspecto do medicamento. A data de fabricação e o prazo de validade estão impressos na
    embalagem externa do produto”.
    QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR?
    Qualquer medicamento pode apresentar efeitos inesperados ou indesejáveis, denominados
    efeitos adversos. Sinvastacor em geral é bem tolerado. A maioria dos efeitos adversos foi de
    natureza leve e transitória; os mais comuns são distúrbios digestivos e os menos comuns,
    fraqueza e dor de cabeça. Ainda menos comuns são dor, dolorimento ou fraqueza musculares,
    problemas no fígado e hipersensibilidade (reações alérgicas que podem ter sintomas variados,
    incluindo dor nas articulações, febre e falta de ar).
    Uma vez que em ocasiões raras problemas musculares são graves, você deve procurar seu
    médico imediatamente se sentir dor, dolorimento ou fraqueza musculares.
    Sinvastacor
    Outros efeitos adversos, mais raros, também podem ocorrer e a exemplo de qualquer
    medicamento que requer receita médica, alguns desses efeitos podem ser graves. Peça mais
    informações ao seu médico, pois ele tem uma lista mais completa dos efeitos adversos de
    Sinvastacor.
    Informe ao seu médico se apresentar qualquer sintoma incomum ou se qualquer sintoma que
    você já conhece persistir ou piorar.
    O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA GRANDE QUANTIDADE DESTE MEDICAMENTO
    DE UMA SÓ VEZ?
    “Em caso de superdose procure um centro de controle de intoxicação ou socorro
    médico”.
    ONDE E COMO DEVO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
    O medicamento deve ser mantido em sua embalagem original.Conservar em temperatura
    ambiente (15 – 30 º C). Proteger da umidade.
    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DE CRIANÇAS
    INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE
    CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS
    A sinvastatina é um agente redutor de colesterol, derivado sinteticamente de um produto de
    fermentação do Aspergillus terreus.
    Farmacodinâmica
    Após a ingestão oral, a sinvastatina é hidrolisada ao seu correspondente β-hidroxiácido. Esse é o
    principal metabólito e o inibidor da 3-hidroxi-3-metilglutaril-coenzima A (HMG-CoA) redutase,
    uma enzima que catalisa um passo precoce e limitante na biossíntese do colesterol. Como
    resultado, em estudos clínicos, a sinvastatina reduziu as concentrações do colesterol plasmático
    total e do colesterol ligado à lipoproteína de baixa densidade (LDL) e à lipoproteína de densidade
    muito baixa (VLDL). Além disso, a sinvastatina aumentou o HDL-colesterol e reduziu os
    triglicérides plasmáticos.
    A forma ativa da sinvastatina é um inibidor específico da HMG-CoA redutase, a enzima que
    catalisa a conversão da HMG-CoA a mevalonato. Em virtude dessa conversão ser um passo
    precoce na biossíntese do colesterol, não se espera que a terapia com sinvastatina provoque
    acúmulo de esteróis potencialmente tóxicos. Além disso, a HMG-CoA é também metabolizada
    rapidamente de volta para acetil-CoA, que participa de muitos processos de biossíntese no
    organismo. Em estudos com animais, a sinvastatina demonstrou alta seletividade pelo fígado
    após doses orais, onde atingiu concentrações substancialmente mais altas do que em outros
    tecidos não alvo. A sinvastatina é extensivamente extraída na primeira passagem pelo fígado,
    que é seu local primário de ação, com subseqüente excreção da droga pela bile. A exposição
    sistêmica do homem à forma ativa da sinvastatina é inferior a 5% da dose oral. Destes, 95%
    estão ligados às proteínas plasmáticas.
    A sinvastatina tem sido estudada para o tratamento da hipercolesterolemia primária quando a
    dieta apenas foi insuficiente. A sinvastatina foi altamente eficaz na redução do colesterol total e
    do LDL-colesterol, nas formas heterozigóticas familiares e não-familiares de hipercolesterolemia
    e na hiperlipidemia mista, quando o colesterol elevado era causa de preocupação. Observou-se
    uma resposta importante em duas semanas e a resposta terapêutica máxima ocorreu dentro de
    4 a 6 semanas. A resposta foi mantida com a continuidade da terapia. Quando a terapia com a
    sinvastatina é interrompida, tem-se demonstrado que os níveis de colesterol total voltam aos
    valores anteriores ao tratamento.
    Em Estudo Escandinavo de Sobrevida com sinvastatina (4S), o efeito da terapia com
    sinvastatina na mortalidade por todas as causas foi avaliado em 4.444 pacientes com doença
    Sinvastacor
    arterial coronariana (DAC) e com nível de colesterol total no período basal entre 212-309 mg/dL,
    durante 5,4 anos, em média. Neste estudo multicêntrico, randômico, duplo-cego, controlado com
    placebo, sinvastatina reduziu o risco de morte em aproximadamente 30%; risco de morte por
    doença coronariana, em 42%; e de ocorrência de infarto do miocárdio não-fatal, comprovado, em
    37%. Além disso, a sinvastatina reduziu o risco de realização de procedimentos de
    revascularização do miocárdio (bypass da artéria coronariana ou angioplastia coronariana
    transluminal percutânea) em 37%.
    Em pacientes com diabetes melito, o risco de um evento coronariano importante foi reduzido em
    55%. Além disso, a sinvastatina reduziu significativamente o risco de eventos vasculares
    cerebrais fatais e não fatais (AVC e ataques isquêmicos transitórios) em 28%.
    No Estudo de Proteção do Coração - Heart Protection Study (HPS) -, os efeitos do tratamento
    com sinvastatina durante um período de acompanhamento de 5,3 anos, em média, foram
    avaliados em 20.536 pacientes com ou sem hiperlipidemia e alto risco de eventos coronarianos,
    em decorrência de diabetes, antecedentes de acidente vascular cerebral (AVC) ou outra doença
    vascular cerebral, doença vascular periférica ou doença coronariana. No período basal, 33%
    apresentavam níveis de LDL inferiores a 116 mg/dl; 25, entre 116 mg/dl e 135 mg/dl e 42%,
    superiores a 135 mg/dl.
    Nesse estudo multicêntrico, randômico, duplo-cego e controlado com placebo, sinvastatina 40
    mg/dia comparado ao placebo reduziu o risco de mortalidade por todas as causas em 13%, em
    conseqüência da redução de mortes por doença coronariana (18%). A sinvastatina também
    diminuiu o risco de eventos coronarianos relevantes (um desfecho composto de IM não fatal ou
    mortes de origem coronariana) em 27%. Sinvastatina reduziu a necessidade de procedimentos
    de revascularização coronariana (incluindo bypass ou angioplastia coronariana transluminal
    percutânea) e procedimentos de revascularização periférica e outros procedimentos de
    revascularização não coronarianos, em 30% e 16%, respectivamente. Reduziu o risco de AVC
    em 25%. Além disso, reduziu o risco de hospitalização por angina em 17%. Os riscos de
    eventos coronarianos e vasculares relevantes (um desfecho composto que incluiu os eventos
    coronarianos relevantes, AVC ou procedimentos de revascularização) foram reduzidos em cerca
    de 25% em pacientes com ou sem doença coronariana, incluindo pacientes com diabetes e
    pacientes com doença periférica ou vascular cerebral. Além disso, no subgrupo de pacientes
    com diabetes, a sinvastatina reduziu o risco do desenvolvimento de complicações
    macrovasculares, incluindo procedimentos de revascularização periférica (cirurgia ou
    angioplastia), amputação de membros inferiores ou úlceras nas pernas em 21%. As reduções de
    risco produzidas pela sinvastatina nos eventos relevantes, vasculares e coronarianos, foram
    evidentes e consistentes independentemente da idade e do sexo do paciente, dos níveis de
    LDC-C, HDL-C, TG, apolipoproteína A-I ou apolipoproteína B no período basal, da presença ou
    ausência de hipertensão, dos níveis de creatinina até o limite para inclusão de 2,3 mg/dl, da
    presença ou ausência de medicações cardiovasculares (aspirina, betabloqueadores, inibidores
    da enzima conversora de angiotensina [ECA] ou bloqueadores dos canais de cálcio) no período
    basal, de tabagismo, de ingestão de álcool ou de obesidade. Ao final de 5 anos, 32% dos
    pacientes no grupo placebo estavam tomando uma vastatina (fora do protocolo do estudo);
    portanto, as reduções de risco observadas subestimam o real efeito da sinvastatina.
    Em estudo clínico multicêntrico, controlado com placebo, com a utilização de angiografia
    coronariana quantitativa, em 404 pacientes, a sinvastatina retardou a progressão da
    aterosclerose coronariana e reduziu o desenvolvimento de novas lesões e de novas oclusões
    totais, enquanto as lesões ateroscleróticas coronarianas pioraram de forma constante ao longo
    de um período de 4 anos, em pacientes que recebiam tratamento padrão.
    As análises de subgrupo de dois estudos que incluíram 147 pacientes com hipertrigliceridemia
    (hiperlipidemia tipo IV de Fredrickson) demonstraram que 20 a 80 mg/dia de sinvastatina reduziu
    os níveis de triglicérides em 21% a 39% (placebo: 11% a 13%), de LDL-colesterol em 23% a
    35% (placebo: 1 a 3) e do colesterol não HDL, em 26% a 43% (placebo: 1% a 3%) e
    aumentou o HDL-C em 9% a 14% (placebo: 3%).
    Sinvastacor
    Em outra análise de subgrupo de sete pacientes com disbetalipoproteinemia (hiperlipidemia tipo
    III de Fredrickson), a dose de 80 mg/dia de sinvastatina reduziu os níveis de LDL-C, inclusive das
    lipoproteínas de densidade intermediária (IDL) em 51% (placebo: 8%) e de VLDL-colesterol
    IDL em 60% (placebo: 4%).
    Farmacocinética
    Biodisponibilidade: A exposição sistêmica do homem à forma ativa da sinvastatina é de menos
    5% da dose oral. Destes, 95% estão ligados a proteínas plasmáticas.
    Metabolismo: Em estudos com animais, após doses orais, a sinvastatina teve alta seletividade
    pelo fígado, onde atingiu concentrações substancialmente mais altas do que em outros tecidos
    não alvo.
    Excreção: A sinvastatina é largamente extraída na primeira passagem pelo fígado, que é seu
    local primário de ação, com subseqüente excreção da droga na bile.
    INDICAÇÕES
    Doença coronariana:
    Em pacientes com doença cardíaca coronariana, Sinvastacor é indicado para:
    - Reduzir o risco de morte;
    - Reduzir o risco de morte por doença coronariana e de infarto do miocárdio não-fatal;
    - Reduzir o risco de acidente vascular cerebral (AVC) e de ataques isquêmicos transitórios (AIT);
    - Reduzir o risco de realização de procedimentos de revascularização do miocárdio (bypass da
    artéria coronariana ou angioplastia coronariana transluminal percutânea);
    - Retardar a progressão da aterosclerose coronariana, inclusive reduzindo o desenvolvimento de
    novas lesões e de novas oclusões totais.
    - Reduzir o risco de hospitalização por angina.
    Em pacientes com diabetes, Sinvastacor reduz o risco de desenvolvimento de complicações
    periféricas macrovasculares (um composto de procedimentos de revascularização periférica, de
    amputações dos membros inferiores ou de úlceras das pernas).
    Em pacientes hipercolesterolêmicos com doença coronariana, Sinvastacor retarda a
    progressão da aterosclerose coronariana, reduzindo inclusive o desenvolvimento de novas
    lesões e novas oclusões totais.
    Hiperlipidemia:
    - Sinvastacor é indicado como adjunto à dieta na redução dos níveis elevados de colesterol
    total, LDL-colesterol, apolipoproteína B e triglicérides em pacientes com hipercolesterolemia
    primária, hipercolesterolemia familiar heterozigótica ou hiperlipidemia combinada (mista), quando
    a resposta à dieta e outras medidas não-farmacológicas forem inadequadas. Sinvastacor
    também eleva o HDL-colesterol e, portanto, reduz a relação LDL/HDL-colesterol e a relação
    colesterol total/HDL.
    - Sinvastacor é indicado para o tratamento de pacientes com hipertrigliceridemia (hiperlipidemia
    tipo IV de Fredrickson).
    - Sinvastacor é indicado para o tratamento de pacientes com disbetalipoproteinemia primária
    (hiperlipidemia tipo III de Fredrickson).
    - Sinvastacor também é indicado como adjunto à dieta e outras medidas não-relacionadas à
    dieta na redução de níveis elevados de colesterol total, LDL-colesterol e apolipoproteína B em
    pacientes com hipercolesterolemia familiar homozigótica.
    CONTRA–INDICAÇÕES
    Sinvastacor é contra-indicado a pacientes com:
    - Hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da fórmula;
    - Doença hepática ativa ou elevações persistentes e inexplicadas das transaminases séricas;
    - Gravidez e lactação (veja ADVERTÊNCIAS).
    Sinvastacor
    MODO DE USAR E CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO DEPOIS DE ABERTO
    O medicamento deve ser mantido em sua embalagem original. Conservar em temperatura
    ambiente (15 – 30 º C). Proteger da umidade.
    POSOLOGIA
    O paciente deve iniciar uma dieta padrão redutora de colesterol antes de receber Sinvastacor e
    deve mantê-la durante todo o tratamento.
    A variação posológica de Sinvastacor é de 5-80 mg/dia, administrados em dose única, à noite.
    Ajustes posológicos, se necessários, devem ser feitos a intervalos não inferiores a 4 semanas,
    até o máximo de 80 mg/dia, administrados em dose única, à noite.
    Hiperlipidemia: A dose inicial usual é de 10 mg/dia em dose única à noite. Pacientes com
    hipercolesterolemia leve a moderada podem ser tratados com a posologia inicial de 5 mg de
    Sinvastacor.
    Hipercolesterolemia familiar homozigótica: Baseada nos resultados de um estudo clínico
    controlado, a dose recomendada para pacientes com hipercolesterolemia familiar homozigótica é
    de 40 mg/dia, à noite, ou 80 mg/dia em 3 doses divididas: 2 doses de 20 mg durante o dia e uma
    dose noturna de 40 mg. Nestes pacientes, Sinvastacor deve ser usado como adjunto a outros
    tratamentos hipolipemiantes (por exemplo, aferese de LDL) ou quando tais tratamentos não
    forem disponíveis.
    Doença coronariana: A dose inicial usual é de 40 mg/dia, administrada em dose única, à noite
    para os pacientes sob alto risco de doença coronariana (com ou sem hiperlipidemia), isto é,
    pacientes com diabetes, histórico de AVC ou de outra doença vascular cerebral, doença vascular
    periférica ou doença coronariana. O tratamento pode ser iniciado simultaneamente à dieta e aos
    exercícios. Ajustes posológicos, se necessários, devem ser realizados conforme orientação
    descrita anteriormente (veja POSOLOGIA, Hiperlipidemia).
    Terapia concomitante: Sinvastacor é eficaz isoladamente ou em combinação com os
    sequestrantes de ácidos biliares. Em pacientes recebendo ciclosporina, genfibrozila, outros
    fibratos (exceto fenofibrato) ou doses hipolipemiantes de niacina concomitantemente com
    Sinvastacor, a posologia máxima recomendada é de 10 mg/dia (veja ADVERTÊNCIAS, Efeitos
    Musculares). Se Sinvastacor for utilizado concomitantemente com amiodarona ou verapamil, a
    dose não deve ser maior do que 20 mg/dia
    Posologia na insuficiência renal: Como Sinvastacor não é significativamente excretado pelos
    rins, não devem ser necessárias modificações posológicas em pacientes com insuficiência renal
    moderada. Em pacientes com insuficiência renal grave (depuração de creatinina < 30 mL/min), a
    utilização de doses acima de 10 mg/dia deve ser cuidadosamente avaliada e, quando
    necessária, esta deve ser implementada com cautela.
    ADVERTÊNCIAS
    Miopatia/Rabdomiólise
    Sinvastacor, a exemplo de outros inibidores da HMG-CoA redutase, ocasionalmente causa
    miopatia que se manifesta como dor, dolorimento ou fraqueza musculares associados a
    aumentos de creatinina quinase (CK) >10 vezes o limite superior da normalidade. A miopatia
    algumas vezes assume a forma de rabdomiólise com ou sem insuficiência renal aguda
    secundária a mioglobinúria que, raramente, foi fatal. O risco de miopatia é aumentado por níveis
    elevados de atividade inibitória da HMG-CoA redutase no plasma.
    - O risco de miopatia/rabdomiólise é aumentado pelo uso concomitante de Sinvastacor
    com:
    - inibidores potentes da CIP3A4: ciclosporina, itraconazol, cetoconazol, eritromicina,
    claritromicina, inibidores da protease do HIV ou nefazodona, particularmente com doses mais
    altas de Sinvastacor (veja INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS).
    Sinvastacor
    - outros medicamentos: genfibrozila e outros fibratos (exceto fenofibrato) ou doses
    hipolipemiantes de niacina (≥ 1 g/dia) particularmente com doses mais altas de Sinvastacor
    (veja INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS, Interações com medicações hipolipemiantes que
    podem causar miopatia quando administradas isoladamente). Não há evidência de que o risco
    de miopatia exceda a soma do risco individual de cada agente quando Sinvastacor e o
    fenofibrato são administrados concomitantemente.
    Amiodarona ou verapamil com doses mais altas de Sinvastacor (veja INTERAÇÕES
    MEDICAMENTOSAS). Em um estudo clínico em andamento, foi relatada miopatia em 6% dos
    pacientes que estavam recebendo amiodarona e 80 mg de Sinvastacor.
    Diltiazem: pacientes em tratamento concomitante com diltiazem e Sinvastacor 80 mg
    apresentaram pequeno aumento no risco de miopatia. O risco de miopatia é de
    aproximadamente 1% nesses pacientes. Em estudos clínicos, o risco de miopatia em pacientes
    que receberam 40 mg de Sinvastacor com diltiazem foi semelhante ao de pacientes que
    receberam 40 mg de Sinvastacor sem diltiazem (veja INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS).
    - o risco de miopatia/rabdomiólise está relacionado à dose. Em estudos clínicos, nos quais os
    pacientes foram cuidadosamente monitorados e algumas medicações que interagiam com
    Sinvastacor foram excluídas, a incidência foi de aproximadamente 0,03% com 20 mg, 0,08%
    com 40 mg e 0,4% com 80 mg.
    Conseqüentemente:
    1. O uso de Sinvastacor concomitantemente com itraconazol, cetoconazol, eritromicina,
    claritromicina, inibidores da protease do HIV ou nefazodona deve ser evitado. Se o tratamento
    com itraconazol, cetoconazol, eritromicina ou claritromicina for inevitável, o tratamento com
    Sinvastacor deverá ser interrompido. O uso concomitante com outros medicamentos cujos
    efeitos inibitórios no citocromo CYP3A4 são potentes em doses terapêuticas deve ser evitado a
    menos que os benefícios do tratamento combinado superem o risco aumentado.
    2. A dose de Sinvastacor não deve exceder 10 mg ao dia em pacientes que estiverem
    recebendo concomitantemente ciclosporina, genfibrozila, outros fibratos (exceto fenofibrato) ou
    doses hipolipemiantes (≥ 1 g/dia) de niacina. O uso combinado de Sinvastacor com esses
    agentes deve ser evitado a menos que os benefícios possam superar o risco aumentado
    resultante da combinação desses medicamentos. Deve-se ter cautela quando o fenofibrato for
    prescrito com Sinvastacor, já que cada agente pode causar miopatia quando administrado
    isoladamente. A adição de fibratos ou niacina ao Sinvastacor propicia tipicamente pequena
    redução adicional do LDL-C, porém reduções adicionais de TG e aumentos adicionais de HDL-C
    podem ser obtidos. Em estudos clínicos pequenos, de curto prazo, com monitorização
    cuidadosa, foram usadas combinações de fibratos ou niacina com baixas doses de Sinvastacor
    sem relatos de miopatia.
    3. A dose de Sinvastacor não deve exceder 20 mg ao dia em pacientes que estejam recebendo
    concomitantemente amiodarona ou verapamil. O uso combinado de Sinvastacor em doses
    maiores do que 20 mg ao dia com amiodarona ou verapamil deve ser evitado, a menos que o
    benefício clínico possa superar o risco aumentado de miopatia.
    4. Todos os pacientes que iniciam um tratamento com Sinvastacor, ou aqueles para os quais a
    dose de Sinvastacor for aumentada, devem ser advertidos quanto ao risco de miopatia e
    avisados a relatar prontamente qualquer dor, dolorimento ou fraqueza musculares inexplicados.
    O tratamento com Sinvastacor deve ser descontinuado imediatamente se houver suspeita de
    miopatia ou se esta for diagnosticada. A presença desses sintomas e/ou CK >10 vezes o limite
    superior da normalidade indicam miopatia. Na maioria dos casos, quando os pacientes
    interrompem prontamente o tratamento, os sintomas musculares e o aumento de CK
    desaparecem. Deve-se considerar a avaliação periódica dos níveis de CK para pacientes que
    vão iniciar o tratamento com Sinvastacor ou para aqueles cuja dose está sendo aumentada,
    mas não há garantias de que esse monitoramento evitará miopatia.
    5. Muitos dos pacientes que desenvolveram rabdomiólise durante o tratamento com Sinvastacor
    apresentavam antecedentes clínicos complicados, incluindo insuficiência renal, geralmente como
    conseqüência de diabetes melito de longa duração. Esses pacientes requerem monitoração mais
    rigorosa. O tratamento com Sinvastacor deve ser temporariamente interrompido alguns dias
    antes de uma cirurgia eletiva de vulto e diante de qualquer afecção clínica ou cirúrgica
    importante.
    Sinvastacor
    Efeitos Hepáticos: em estudos clínicos, ocorreram aumentos persistentes (acima de três vezes o
    limite superior da normalidade) das transaminases séricas em poucos pacientes adultos que
    receberam Sinvastacor. Quando o medicamento foi interrompido ou descontinuado, os níveis de
    transaminase caíram lentamente para os níveis anteriores ao tratamento. Os aumentos não
    foram associados à icterícia ou a outros sintomas ou sinais clínicos. Não houve evidência de
    hipersensibilidade. Alguns desses pacientes apresentavam testes de função hepática alterados
    antes da terapia com Sinvastacor e/ou consumiam quantidades consideráveis de álcool.
    No Estudo Escandinavo de Sobrevida com Sinvastacor (4S) (veja FARMACODINÂMICA), o
    número de pacientes com transaminases elevadas (acima de três vezes o limite superior da
    normalidade) mais de uma vez durante o estudo, não foi significativamente diferente entre os
    grupos Sinvastacor e placebo (14 [0,7%] vs. 12 [0,6%]). A freqüência dos aumentos isolados de
    TGP (ALT) para três vezes o limite superior da normalidade foi significativamente mais alta no
    grupo do Sinvastacor no primeiro ano do estudo (20 vs. 8, p= 0,023), mas não posteriormente.
    O aumento de transaminases resultou em descontinuação da terapia para oito pacientes do
    grupo do Sinvastacor (n= 2.221) e para cinco do grupo placebo (n= 2.223). Dos 1.986 pacientes
    no 4S tratados com Sinvastacor cujos testes de função hepática eram normais no período
    basal, somente oito (0,4%) apresentaram aumentos consecutivos > 3 vezes o limite superior da
    normalidade de enzimas hepáticas e/ou foram descontinuados por aumento de transaminases
    durante os 5,4 anos (acompanhamento mediano) do estudo. A dose inicial de Sinvastacor para
    todos os pacientes do estudo foi de 20 mg; 37% foram titulados para 40 mg.
    Em dois estudos clínicos controlados, que envolveram 1.105 pacientes, a incidência - aos 6
    meses - de aumentos persistentes de transaminases considerados relacionados ao
    medicamento foi de 0,7% e 1,8%, com as doses de 40 mg e 80 mg, respectivamente.
    No estudo HPS (veja FARMACODINÂMICA), no qual 20.536 pacientes foram distribuídos de
    modo randômico para receber 40 mg/dia de Sinvastacor ou placebo, a incidência de
    transaminases elevadas (> 3 vezes o limite superior da normalidade, confirmada em exames
    repetidos) foi de 0,21% (n=21) para os pacientes que receberam Sinvastacor e de 0,09% (n=9),
    no grupo placebo.
    Recomenda-se solicitar testes de função hepática antes de iniciar a terapia e posteriormente,
    quando clinicamente indicado. Pacientes titulados para doses de 80 mg devem realizar mais um
    teste antes da titulação, 3 meses depois da titulação para a dose de 80 mg e, a seguir,
    periodicamente (por exemplo, de 6 em 6 meses) durante o primeiro ano de tratamento. Deve-se
    dar especial atenção aos pacientes que apresentarem aumento de transaminases séricas e,
    nesses pacientes, as avaliações laboratoriais devem ser imediatamente repetidas e, a seguir,
    realizadas com maior freqüência. Deve-se descontinuar o medicamento se os níveis de
    transaminases mostrarem evidência de progressão, particularmente se aumentarem acima de
    três vezes o limite superior da normalidade e persistirem nesse patamar. Deve-se utilizar o
    medicamento com cuidado em pacientes que consomem quantidades substanciais de álcool
    e/ou apresentem histórico de doença hepática. Hepatopatias ativas ou aumentos inexplicados de
    transaminases constituem contra-indicações para o uso do Sinvastacor. A exemplo do que
    ocorre com outros agentes hipolipemiantes, foram relatados aumentos moderados (abaixo de
    três vezes o limite superior da normalidade) das transaminases séricas após o tratamento com
    Sinvastacor; essas alterações ocorreram logo após o início da terapia, foram geralmente
    transitórias, assintomáticas e não exigiram interrupção do tratamento.
    Avaliações Oftalmológicas: é esperado que, com o passar do tempo, ocorra aumento da
    prevalência de opacidade do cristalino como resultado do envelhecimento, mesmo na ausência
    de qualquer terapia medicamentosa. Dados atuais de estudos clínicos a longo prazo não indicam
    efeito adverso de Sinvastacor no cristalino humano.
    Gravidez
    Categoria de risco B
    “Este medicamento causa malformação ao bebê durante a gravidez”.
    Sinvastacor é contra-indicado durante a gravidez. A segurança em mulheres grávidas não foi
    estabelecida. Não foram conduzidos estudos clínicos controlados em mulheres grávidas. Há
    raros relatos de anomalias congênitas em recém-nascidos de mães que receberam inibidores de
    HMG-CoA redutase durante a gravidez. Entretanto, em uma análise de aproximadamente 200
    gestações acompanhadas prospectivamente de mulheres expostas Sinvastacor ou a outro
    Sinvastacor
    inibidor da HMG-CoA redutase estruturalmente relacionado no primeiro trimestre de gravidez, a
    incidência de anomalias congênitas foi comparável à observada na população geral. Esse
    número de gestações foi estatisticamente suficiente para excluir um aumento de anomalias
    congênitas 2,5 vezes ou maior do que a incidência conhecida.
    Embora não haja evidência de que a incidência de anomalias congênitas nos descendentes de
    pacientes expostos ao Sinvastacor ou a outro inibidor da HMG-CoA redutase estruturalmente
    relacionado seja diferente da observada na população geral, o tratamento da mãe com
    Sinvastacor pode reduzir os níveis fetais de mevalonato, um precursor da biossíntese do
    colesterol. A aterosclerose é um processo crônico e a descontinuação dos agentes
    hipolipemiantes durante a gravidez deve ter pequeno impacto sobre o risco a longo prazo
    associado a hipercolesterolemia primária. Por essas razões, Sinvastacor não deve ser usado
    por mulheres grávidas, que estejam tentando engravidar ou que possam estar grávidas. O
    tratamento com Sinvastacor deve ser interrompido durante toda a gestação ou até que se
    comprove que a paciente não está grávida (veja CONTRA-INDICAÇÕES).
    Nutrizes: Não se sabe se Sinvastacor ou os seus metabólitos são excretadas no leite humano.
    Como muitas drogas são excretadas desta forma, e devido ao potencial para reações adversas
    graves, as mulheres que tomam Sinvastacor não devem amamentar seus filhos.
    USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO
    Sinvastacor é contra indicado para pacientes com doença hepática ativa ou elevações
    persistentes e inexplicadas das transaminases séricas.
    Gravidez e lactação: Sinvastacor é contra indicado durante a gravidez. (veja ADVERTÊNCIAS)
    Uso Pediátrico: Ainda não foram estabelecidas a segurança e a eficácia em crianças.
    Sinvastacor não é recomendado para uso pediátrico.
    Uso em Idosos: Para pacientes com idade acima de 65 anos, que receberam Sinvastacor em
    estudos clínicos controlados, a eficácia avaliada por meio da redução dos níveis de colesterol
    total e de LDL-colesterol, mostrou ser semelhante àquela observada na população como um
    todo e não houve aumento aparente na freqüência de achados adversos clínicos ou
    laboratoriais.
    INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
    Sinvastacor é metabolizado pela isoenzima 3A4 do citocromo P450, mas não exerce atividade
    inibitória sobre ela; conseqüentemente, não é esperado que afete as concentrações plasmáticas
    de outros medicamentos metabolizados pela CIP3A4. Inibidores potentes da CIP3A4 (abaixo)
    aumentam o risco de miopatia por reduzirem a eliminação de Sinvastacor.
    O risco de rabdomiólise é elevado pelo uso concomitante de Sinvastacor e drogas com efeito
    inibitório significativo no citocromo P450 3A4 em doses terapêuticas (tais como ciclosporina,
    mibefradil, itraconazol, cetoconazol, eritromicina, claritromicina e nefazodona) e inibidores da
    protease do HIV (veja ADVERTÊNCIAS, Efeitos musculares).
    O risco de miopatia também é aumentado pelos seguintes medicamentos hipolipemiantes que
    não são inibidores potentes da CIP3A4, mas que podem causar miopatia quando administrados
    isoladamente:
    - Genfibrozila;
    - Outros fibratos (exceto fenofibrato): não há evidência de que o risco de miopatia exceda a
    soma do risco individual de cada agente quando Sinvastacor e o fenofibrato são administrados
    concomitantemente.
    - Niacina (ácido nicotínico) (≥1 g/dia)
    Outras interações medicamentosas:
    - Amiodarona ou verapamil: o risco de miopatia/rabdomiólise é aumentado pela administração
    concomitante de amiodarona ou verapamil com doses mais altas de Sinvastacor (veja
    ADVERTÊNCIAS).
    - Diltiazem: pacientes em tratamento concomitante com diltiazem e Sinvastacor na dose de 80
    mg apresentaram pequeno aumento do risco de miopatia (veja ADVERTÊNCIAS)
    Outras interações:
    Sinvastacor
    O suco de grapefruit contém um ou mais componentes que inibem o CIP3A4 e podem aumentar
    os níveis plasmáticos de medicamentos metabolizados por este sistema enzimático. O efeito do
    consumo típico (um copo de 250 ml diariamente) é mínimo (aumento de 13 nos níveis
    plasmáticos da atividade inibitória da HMG-CoA redutase, conforme medido pela área sob a
    curva de concentração-tempo) e sem importância clínica. Entretanto, quantidades muito grandes
    (acima de 1 litro diariamente) aumentam significativamente os níveis plasmáticos da atividade
    inibitória da HMG-CoA redutase durante a terapia com Sinvastacor e devem ser evitadas (veja
    ADVERTÊNCIAS).
    Derivados Cumarínicos: Em dois estudos clínicos, um realizado com voluntários normais e
    outro com pacientes hipercolesterolêmicos, 20-40 mg/dia de Sinvastacor potencializaram
    discretamente o efeito de anticoagulantes cumarínicos: o tempo de protrombina, expresso como
    Relação Internacional Normal (“INR“), aumentou dos valores do período basal de 1,7 a 1,8 e de
    2,6 a 3,4 nos estudos realizados com voluntários e em pacientes, respectivamente. Em
    pacientes recebendo anticoagulantes cumarínicos, o tempo de protrombina deve ser
    determinado antes de iniciar o tratamento com Sinvastacor e freqüentemente durante as fases
    iniciais do tratamento para assegurar que não ocorra nenhuma alteração significativa no tempo
    de protrombina. Uma vez que o tempo de protrombina tenha se estabilizado, a monitorização
    poderá ser realizada nos intervalos geralmente recomendados para os pacientes em tratamento
    com anticoagulantes cumarínicos. Se houver alteração na dose de Sinvastacor ou se a droga
    for descontinuada, deve ser repetido o mesmo procedimento. A terapia com Sinvastacor não foi
    associada com sangramento ou com alterações no tempo de protrombina em pacientes que não
    estavam tomando anticoagulantes.
    REAÇÕES ADVERSAS A MEDICAMENTOS
    Sinvastacor é geralmente bem tolerado; a maioria das experiências adversas foi de natureza
    leve e transitória. Menos de 2% dos pacientes foram retirados dos estudos clínicos controlados
    em conseqüência das experiências adversas atribuíveis a Sinvastacor.
    Em estudos clínicos controlados realizados antes da comercialização, os efeitos adversos que
    ocorreram com freqüência de 1% ou mais, considerados pelo investigador como possíveis,
    prováveis ou definitivamente relacionados ao medicamento foram: dor abdominal, constipação e
    flatulência. Outras experiências adversas que ocorreram em 0,5 a 0,9% dos pacientes foram
    astenia e cefaléia. Miopatia foi raramente relatada.
    No Estudo HPS (veja FARMACODINÂMICA), que envolveu 20.536 pacientes que receberam 40
    mg/dia de Sinvastacor (n=10.269) ou placebo (n=10.267), os perfis de segurança foram
    comparáveis entre os pacientes que receberam Sinvastacor e aqueles que receberam placebo,
    durante 5,3 anos de estudo, em média. Neste megaestudo, somente os efeitos adversos graves
    e as descontinuações por quaisquer efeitos adversos foram documentados. As taxas de
    descontinuação por efeitos adversos foram comparáveis (4,8% dos pacientes que receberam
    Sinvastacor em comparação a 5,1% dos pacientes que receberam placebo). A incidência de
    miopatia foi < 0,1% nos pacientes que receberam Sinvastacor. Aumento de transaminases (> 3
    vezes o limite superior da normalidade, confirmado pela repetição do exame) ocorreu em 0,21%
    (n= 21) dos pacientes que receberam Sinvastacor em comparação com 0,09% (n= 9) dos
    pacientes que receberam placebo.
    No Estudo Escandinavo de Sobrevida (4S) envolvendo 4.444 pacientes tratados com 20-40
    mg/dia de Sinvastacor (n = 2.221) ou placebo (n = 2.223), os perfis de segurança e de
    tolerabilidade foram comparáveis entre os grupos de tratamento durante o tempo médio de 5,4
    anos do estudo.
    Outros efeitos adversos, tanto em estudos clínicos não-controlados como no uso rotineiro foram:
    náusea, diarréia, erupção cutânea, dispepsia, prurido, alopecia, tontura, câimbra muscular,
    mialgia, pancreatite, parestesia, neuropatia periférica, vômitos e anemia. Raramente ocorreu
    rabdomiólise e hepatite/icterícia. Uma síndrome de hipersensibilidade aparente foi raramente
    relatada e inclui algumas das seguintes características: angiodema, síndrome do tipo lúpus,
    polimialgia reumática, vasculite, trombocitopenia, eosinofilia, aumento de VHS, artrite, artralgia,
    urticária, fotossensibilidade, febre, vermelhidão, dispnéia e mal-estar.
    Sinvastacor
    Achados de Testes Laboratoriais: Elevações persistentes e acentuadas das transaminases
    séricas foram relatadas pouco freqüentemente. Foram relatados aumentos da fosfatase alcalina
    e γ-glutamil transpeptidase. Anormalidades nos testes de função hepática foram geralmente
    leves e transitórias. Foram relatados aumentos nos níveis de creatinina quinase sérica (CK)
    derivada do músculo esquelético (veja ADVERTÊNCIAS).
    SUPERDOSE
    Foram relatados poucos casos de superdose; a dose máxima ingerida foi de 3,6 g. Todos os
    pacientes recuperaram-se sem seqüelas. Devem ser adotadas medidas gerais.
    “Para sua segurança, não descarte a bula e o cartucho até o uso total deste
    medicamento”.

    Ficha Técnica

    • Nome do Produto: Sinvastatina 40mg com 30 comprimidos
    • SKU: 2986
    • Registro Ministério da Saúde: 1832600820151
    • Princípio Ativo: Sinvastatina
    • Fabricante: Medley
    • SAC Fabricante: 0800 703 0014
    • E-mail Fabricante: sac.brasil@sanofi.com

    Aproveite e Compre Também

    Os produtos abaixo são relacionados ao produto visitado, aproveite para conhecê-los.

    Quem viu este produto também se interessou por:

    Primavera | Drogaria Nova Esperança
    Whatsapp Minha Conta
    Cesta Cesta
    WhatsApp