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    Fosfato Sódico de Prednisolona 3mg com 60ml - Ache

    Fosfato Sódico de Prednisolona 3mg com 60ml - Ache

    Prednisolona 3mg/mL 60mL é indicada para inflamações, alergias e doenças autoimunes em pediatria — requer prescrição médica.

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    Descrição do Produto

    Para que serve a Prednisolona 3mg/mL?

     

    Fosfato Sódico de Prednisolona 3mg com 60mL é um corticoide sistêmico em solução oral pediátrica, indicado para:

    • - Doenças alérgicas — asma brônquica aguda, rinite alérgica grave, urticária e angioedema;
    • - Doenças inflamatórias — artrite reumatoide juvenil, doenças inflamatórias intestinais;
    • - Síndrome nefrótica — tratamento de primeira linha em crianças;
    • - Doenças autoimunes e outras condições que necessitem de imunossupressão — conforme indicação médica.

    Requer prescrição médica. A dose e a duração do tratamento são determinadas pelo médico.

     

    Como age este medicamento?

     
    • - Liga-se a receptores intracelulares de glicocorticoides — modula a expressão gênica de mediadores inflamatórios e imunológicos;
    • - Inibe a síntese de prostaglandinas, leucotrienos e citocinas pró-inflamatórias — reduz a inflamação;
    • - Imunossupressor — reduz a atividade de linfócitos e outras células imunes;
    • - Prednisolona é a forma ativa da prednisona — não requer conversão hepática, sendo preferida em crianças e pacientes com doença hepática.
     

    Composição

     

    Cada mL de Prednisolona Solução Oral contém:

    • - Fosfato sódico de prednisolona equivalente a 3mg de prednisolona.
     

    Como tomar este medicamento?

     

    Conforme indicado na bula oficial deste medicamento, aprovada pela Anvisa:

    • - A dose é calculada por peso corporal (mg/kg/dia) — seguir rigorosamente a prescrição médica;
    • - Tomar pela manhã, preferencialmente com o café da manhã — mimetiza o pico fisiológico do cortisol e reduz o risco de insônia;
    • - Usar a seringa oral ou copo dosador para medir a dose com precisão;
    • - Não interromper abruptamente em tratamentos prolongados — reduzir a dose gradualmente conforme orientação médica.
     

    Superdosagem

     

    Em caso de superdosagem, acionar o SAMU (192) ou o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001.

     

    Esqueci de dar, e agora?

     

    Administre assim que lembrar, pela manhã. Se já for o dia seguinte, pule. Não duplique.

     

    Efeitos colaterais

     
    • - Insônia e agitação — corticoides causam insônia, especialmente quando tomados à tarde ou à noite; tomar pela manhã minimiza este efeito;
    • - Aumento do apetite e ganho de peso — efeito glicocorticoide;
    • - Supressão do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal — em tratamentos prolongados; não interromper abruptamente.
     

    Para conhecer todas as reações adversas, consulte a bula oficial deste medicamento no site da Anvisa ou no bulário da Drogaria Nova Esperança.

     

    Prednisolona dá sono?

     

    Não. Os corticoides como a prednisolona tendem a causar insônia, não sonolência. Por isso é fundamental tomá-la pela manhã, junto ao café da manhã, para minimizar a interferência no sono noturno.

     

    Contraindicações

     
    • - Infecções sistêmicas não controladas — a imunossupressão pode agravar infecções;
    • - Vacinas de vírus vivos durante tratamento imunossupressor — risco de infecção;
    • - Hipersensibilidade à prednisolona.
     

    Para conhecer todas as contraindicações, consulte a bula oficial deste medicamento.

     

    O que devo saber antes de usar?

     
    • - Tomar sempre pela manhã — os corticoides causam insônia quando tomados à tarde ou à noite;
    • - Não interromper abruptamente em tratamentos longos — pode causar crise adrenal;
    • - Monitorar crescimento em crianças — o uso prolongado de corticoides pode retardar o crescimento.
     
    Este conteúdo foi elaborado com base em informações da bula oficial aprovada pela Anvisa, informações do fabricante e/ou materiais técnicos do produto, sob supervisão técnica da farmacêutica responsável: Dra. LUCIANA DE SANTANA MAGALHAES ROCHA - CRF: 83.463. Não utilize este material como substituto ao conselho médico profissional. Esse texto possui apenas fins informativos.

    Isto é um medicamento, não use sem prescrição médica e orientação do farmacêutico. Ao persistirem os sintomas, o médico deverá ser consultado.

    Sobre o produto:
    Mais informações sobre esse produto

    PRELONE®
    fosfato sódico de prednisolona
    Solução Oral – 3 mg/ml
    USO ORAL
    APRESENTAÇÕES:
    Frasco com 60 ml pipeta dosadora em ml
    Frasco com 120 ml pipeta dosadora em ml
    USO ADULTO E PEDIÁTRICO
    COMPOSIÇÃO:
    Cada ml de solução oral contém:
    fosfato sódico de prednisolona*.................................................................................4,02 mg
    (*4,02 mg de fosfato sódico de prednisolona equivale a 3 mg de prednisolona).
    Excipientes: aroma de cereja, ciclamato de sódio, edetato dissódico diidratado, fosfato
    de sódio monobásico monoidratado, fosfato de sódio dibásico dodecaidratado,
    metilparabeno, sacarina sódica diidratada, sorbitol e água purificada.
    INFORMAÇÕES AO PACIENTE:
    PRELONE® deve ser utilizado somente sob orientação médica.
    - O que é e para que serve PRELONE®?
    PRELONE® é um medicamento à base de prednisolona com propriedades
    predominantes dos glicocorticóides.
    - Como PRELONE® deve ser guardado?
    Como todo medicamento, PRELONE® deve ser guardado em sua embalagem original
    até sua total utilização e conservado em temperatura inferior à 25°C, ao abrigo da luz e
    umidade.
    Prazo de validade: 24 meses após a data de fabricação impressa na embalagem.
    Ao adquirir um medicamento, confira sempre o prazo de validade na embalagem do
    produto. NUNCA USE MEDICAMENTO COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO. As
    substâncias podem estar alteradas e causar prejuízo para a sua saúde. Verifique se o
    produto está lacrado e em boas condições de armazenamento.
    - PRELONE® pode ser utilizado durante a gravidez e lactação?
    A utilização de PRELONE® durante a gravidez e lactação deve ser feita sob
    acompanhamento médico. Você deve comunicar ao seu médico se estiver grávida, com
    intenção de engravidar ou amamentando.
    - Como PRELONE® deve ser utilizado?
    PRELONE® deve ser tomado de acordo com as instruções fornecidas pelo seu médico,
    respeitando as doses, os horários e a duração do tratamento.
    - Quando e como deve ser suspenso o tratamento com PRELONE®?
    Você deverá estar sempre em contato com seu médico, para que ele acompanhe a
    evolução do tratamento e decida como e quando este deverá ser interrompido. Não
    interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
    - Quais são as possíveis reações adversas com PRELONE®?
    Caso apresente febre, ou qualquer outro sintoma de infecção ou efeitos desagradáveis,
    procure imediatamente assistência médica e não deixe de informar ao médico que está
    em tratamento com PRELONE®.
    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS
    - Que cuidados devem ser tomados ao utilizar PRELONE®?
    É muito importante que você informe seu médico dos problemas de saúde que você
    tenha e todos os medicamentos que estiver utilizando.
    Durante a terapia com PRELONE®, evite qualquer contato com pacientes portadores de
    varicela ou sarampo. Caso ocorra, procure imediatamente seu médico.
    Medicamentos imunossupressores podem ativar focos primários de
    tuberculose. Os médicos que acompanham pacientes sob imunossupressão
    devem estar alertas quanto à possibilidade de surgimento de doença ativa,
    tomando, assim, todos os cuidados para o diagnóstico precoce e tratamento.
    ATENÇÃO: UTILIZAR A PIPETA EXCLUSIVA QUE ACOMPANHA O PRODUTO.
    ESTA PIPETA ESTÁ GRADUADA DE ML EM ML. EM CASO DE DÚVIDA
    CONSULTE SEU MÉDICO (1 ML DE SOLUÇÃO EQUIVALE A 3 MG
    PREDNISOLONA. CADA MG DE PREDNISOLONA EQUIVALE A 1,34 MG DE
    FOSFATO SÓDICO DE PREDNISOLONA).
    Para utilizar a pipeta dosadora em ml, siga as instruções em “MODO DE USAR”. Após
    o uso, lave bem a pipeta com bastante água.
    - Quando PRELONE® não deve ser utilizado?
    PRELONE® não deve ser utilizado por pacientes apresentando:
    . alergia à prednisolona e a qualquer outro componente da fórmula;
    . infecções fúngicas sistêmicas.
    - Pacientes diabéticos podem fazer uso de PRELONE®?
    Sim, desde que sob estrita supervisão médica.
    - Em caso de ingestão excessiva que providências tomar?
    Entre imediatamente em contato com seu médico, ou procure um pronto-socorro,
    informando a quantidade exata ingerida do produto, horário da ingestão e os sintomas
    que estiver apresentando.
    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER
    PERIGOSO PARA A SAÚDE.
    INFORMAÇÕES TÉCNICAS:
    A prednisolona é um análogo sintético adrenocorticosteróide; é um esteróide sob a forma
    de álcool livre ou esterificado, com propriedades predominantes dos glicocorticóides.
    Pode reproduzir alguns efeitos dos glicocorticóides endógenos, mas após a
    administração de altas doses terapêuticas podem surgir efeitos que necessariamente não
    se assemelham aos dos hormônios adrenocorticais.
    A prednisolona pode causar alguns efeitos metabólicos baseados em sua propriedade
    glicocorticóide: estímulo da gliconeogênese; aumento do depósito de glicogênio no
    fígado; inibição da utilização da glicose; diminuição da tolerância a carboidratos; atividade
    antiinsulínica; aumento do catabolismo protéico; aumento da lipólise; estímulo da síntese
    e armazenamento de gordura; aumento da taxa de filtração glomerular (aumento na
    excreção urinária de urato sem alteração na excreção de creatinina); excreção
    aumentada de cálcio.
    A produção de eosinófilos e linfócitos é diminuída e há estímulo da eritropoiese e da
    produção de leucócitos polimorfonucleares. Há inibição dos processos inflamatórios
    (edema, deposição de fibrina, dilatação capilar, migração de leucócitos e fagocitose), e
    de estágios tardios da cicatrização (proliferação capilar, deposição de colágeno e
    cicatrização).
    Com o uso de prednisolona, a corticotrofina tem a sua produção inibida e isso leva à
    supressão da produção de corticosteróides andrógenos. Pode haver alguma atividade
    mineralocorticóide, ocorrendo estímulo da perda de potássio intracelular e entrada de
    sódio nas células. Esse efeito é evidente nos rins, e pode levar ao aumento da retenção
    de sódio e à hipertensão.
    FARMACOCINÉTICA:
    A prednisolona é rapidamente absorvida pelo trato gastrintestinal quando administrada
    oralmente. A ligação da prednisolona a proteínas plasmáticas é de 70 a 90% e sua meiavida
    é de 2 a 4 horas. A metabolização é hepática e é excretada na urina como
    conjugados de sulfato e glicuronídeos.
    INDICAÇÕES:
    PRELONE® é indicado nas seguintes condições:
    1. Distúrbios Endócrinos:
    Insuficiência adrenocortical primária ou secundária (sendo que corticosteróides naturais
    como cortisona ou hidrocortisona são de primeira escolha). Análogos sintéticos podem
    ser utilizados em conjunto com mineralocorticóides, quando necessário (na infância a
    suplementação de mineralocorticóides é especialmente importante); hiperplasia adrenal
    congênita; tireoidite não-supurativa; hipercalcemia associada ao câncer.
    2- Distúrbios Reumáticos:
    Como terapia adjuvante para administração a curto prazo (para reverter paciente em
    episódio agudo ou exacerbado) em: artrite psoriática, artrite reumatóide, incluindo artrite
    reumatóide juvenil (em casos particulares serão utilizadas terapias de manutenção de
    baixas doses); espondilite anquilosante; bursite aguda e subaguda; tenossinovite aguda
    inespecífica; artrite gotosa aguda; osteoartrite pós-traumática; sinovites osteoartríticas;
    epicondilites.
    3- Colagenoses:
    Durante exacerbação ou como terapia de manutenção em casos particulares de lúpus
    eritematoso sistêmico, cardite reumática aguda.
    4- Doenças Dermatológicas:
    Pênfigo; dermatite herpetiforme bolhosa; eritema multiforme grave (Síndrome de
    Stevens-Johnson); dermatite esfoliativa; micoses fungóides; psoríase grave; dermatite
    seborréica grave.
    5- Estados Alérgicos:
    Controle de condições alérgicas graves ou incapacitantes refratárias aos meios
    adequados de tratamentos convencionais; rinite alérgica perene ou sazonal; asma
    brônquica; dermatite de contato; dermatite atópica; doenças do soro; reações de
    hipersensibilidade a drogas.
    6- Doenças Oftálmicas:
    Processos inflamatórios e alérgicos agudos e crônicos graves: envolvendo o olho e seus
    anexos como úlceras marginais alérgicas da córnea; herpes zoster oftálmico; inflamação
    do segmento anterior; coroidite e uveíte posterior difusa; oftalmia simpática; conjuntivite
    alérgica; ceratite; coriorretinite; neurite óptica; irites e iridociclites.
    7- Doenças Respiratórias:
    Sarcoidose sintomática; Síndrome de Löefler não-tratável por outros meios; beriliose;
    tuberculose pulmonar fulminante ou disseminada quando usado concomitantemente à
    quimioterapia antituberculose apropriada; pneumonite por aspiração.
    8- Distúrbios Hematológicos:
    Púrpura trombocitopênica idiopática em adultos; trombocitopenia secundária em adultos;
    anemia hemolítica adquirida (auto-imune); eritroblastopenia (anemia eritrocítica); anemia
    hipoplásica congênita (eritróide).
    9- Doenças Neoplásicas:
    Para o tratamento paliativo de leucemia e linfomas em adultos; leucemia aguda infantil.
    10- Estados Edematosos:
    Para indução de diurese ou remissão da proteinúria na síndrome nefrótica idiopática ou
    devida ao lúpus eritematoso, sem uremia.
    11- Doenças Gastrintestinais:
    Manutenção do paciente após um período crítico da doença em colite ulcerativa e
    enterite regional.
    12- Doenças Neurológicas:
    Exacerbações agudas da esclerose múltipla.
    13- Outros:
    Meningite tuberculosa com bloqueio subaracnóide ou bloqueio iminente, quando utilizado
    concomitantemente a quimioterápicos antituberculosos apropriados. Triquinose com
    envolvimento neurológico ou do miocárdio.
    Em adição às indicações citadas, PRELONE® é indicado também para dermatomiosite
    sistêmica (polimiosite).
    CONTRA-INDICAÇÕES:
    INFECÇÕES FÚNGICAS SISTÊMICAS; HIPERSENSIBLIDADE À PREDNISOLONA E
    A QUALQUER OUTRO COMPONENTE DA FÓRMULA.
    ADVERTÊNCIAS:
    EM PACIENTES SOB TERAPIA COM CORTICOSTERÓIDES SUBMETIDOS A
    SITUAÇÕES INCOMUNS DE ESTRESSE (TRAUMA, CIRURGIA, ETC.),
    RECOMENDA-SE QUE A DOSAGEM DE CORTICOSTERÓIDES SEJA AUMENTADA
    RAPIDAMENTE, ANTES, DURANTE E APÓS A SITUAÇÃO ESTRESSANTE.
    OS CORTICOSTERÓIDES PODEM MASCARAR ALGUNS SINAIS DE INFECÇÃO E
    NOVAS INFECÇÕES PODEM APARECER DURANTE O TRATAMENTO.
    DURANTE O USO DE CORTICOSTERÓIDES PODE HAVER DIMINUIÇÃO DA
    RESISTÊNCIA E DIFICULDADE NA LOCALIZAÇÃO DE INFECÇÕES.
    O USO PROLONGADO DE CORTICOSTERÓIDES PODE PRODUZIR CATARATA
    SUBCAPSULAR POSTERIOR, GLAUCOMA COM POSSÍVEL LESÃO DOS NERVOS
    ÓPTICOS E PODE AUMENTAR A OCORRÊNCIA DE INFECÇÕES SECUNDÁRIAS
    OCULARES DEVIDO A FUNGOS E VIROSES.
    DOSES MÉDIAS E ELEVADAS DE HIDROCORTISONA E CORTISONA PODEM
    CAUSAR ELEVAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL, RETENÇÃO DE SÓDIO E ÁGUA E
    AUMENTO DA EXCREÇÃO DE POTÁSSIO. ESSES EFEITOS OCORREM MENOS
    FREQÜENTEMENTE COM OS DERIVADOS SINTÉTICOS, A NÃO SER QUANDO
    UTILIZADOS EM ALTAS DOSES. PODE SER NECESSÁRIA A RESTRIÇÃO
    DIETÉTICA DE SAL E A SUPLEMENTAÇÃO DE POTÁSSIO. TODOS OS
    CORTICOSTERÓIDES AUMENTAM A EXCREÇÃO DE CÁLCIO.
    QUANDO EM TERAPIA COM CORTICOSTERÓIDES OS PACIENTES NÃO DEVEM
    SER VACINADOS CONTRA VARÍOLA. OUTRAS IMUNIZAÇÕES NÃO DEVEM SER
    FEITAS EM PACIENTES SOB CORTICOTERAPIA, ESPECIALMENTE EM ALTAS
    DOSES, DEVIDO AOS POSSÍVEIS RISCOS DE COMPLICAÇÕES NEUROLÓGICAS
    E A AUSÊNCIA DE RESPOSTA IMUNE.
    CRIANÇAS E ADULTOS SOB TERAPIA IMUNOSSUPRESSORA SÃO MAIS
    SENSÍVEIS A INFECÇÕES DO QUE INDIVÍDUOS SAUDÁVEIS. VARICELA E
    SARAMPO, POR EXEMPLO, PODEM TER UM CURSO MAIS GRAVE E ATÉ FATAL
    EM CRIANÇAS E ADULTOS NÃO-IMUNES SOB CORTICOTERAPIA. EM CRIANÇAS
    E ADULTOS QUE NÃO TIVERAM INFECÇÕES CAUSADAS POR ESSES AGENTES,
    DEVE-SE TER O CUIDADO ESPECIAL DE EVITAR A EXPOSIÇÃO AOS MESMOS.
    DESCONHECE-SE COMO A DOSE, VIA E DURAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO DE
    CORTICOSTERÓIDES PODEM AFETAR O RISCO DE DESENVOLVIMENTO DE
    INFECÇÃO DISSEMINADA. A CONTRIBUIÇÃO DA CAUSA DA DOENÇA E/OU
    TRATAMENTO PRÉVIO COM CORTICOSTERÓIDES A ESTE RISCO TAMBÉM É
    DESCONHECIDA. SE O PACIENTE FOR EXPOSTO À VARICELA, PODE SER
    INDICADA A PROFILAXIA COM IMUNOGLOBULINA ESPECÍFICA PARA VARICELA.
    SE O PACIENTE FOR EXPOSTO AO SARAMPO, PODE SER INDICADA A
    PROFILAXIA COM POOL DE IMUNOGLOBULINAS INTRAMUSCULAR. CASO
    OCORRA O DESENVOLVIMENTO DA VARICELA, DEVE-SE CONSIDERAR O
    TRATAMENTO COM AGENTES ANTIVIRAIS.
    MEDICAMENTOS IMUNOSSUPRESSORES PODEM ATIVAR FOCOS PRIMÁRIOS
    DE TUBERCULOSE. OS MÉDICOS QUE ACOMPANHAM PACIENTES SOB
    IMUNOSSUPRESSÃO DEVEM ESTAR ALERTAS QUANTO À POSSIBILIDADE DE
    SURGIMENTO DE DOENÇA ATIVA, TOMANDO, ASSIM TODOS OS CUIDADOS
    PARA O DIAGNÓSTICO PRECOCE E TRATAMENTO.
    O USO DE PREDNISOLONA EM TUBERCULOSE ATIVA DEVE SER RESTRITO A
    CASOS DE TUBERCULOSE FULMINANTE OU DISSEMINADA, NAS QUAIS O
    CORTICOSTERÓIDE É USADO PARA O CONTROLE DA DOENÇA ASSOCIADO A
    UM REGIME ANTITUBERCULOSO APROPRIADO.
    QUANDO OS CORTICOSTERÓIDES FOREM INDICADOS A PACIENTES COM
    TUBERCULOSE LATENTE OU COM REATIVIDADE À TUBERCULINA É
    NECESSÁRIA RIGOROSA OBSERVAÇÃO, POIS PODE HAVER REATIVAÇÃO DA
    DOENÇA. DURANTE CORTICOTERAPIA PROLONGADA, ESTES PACIENTES
    DEVEM RECEBER QUIMIOPROFILAXIA.
    USO NA GRAVIDEZ E LACTAÇÃO:
    COMO ESTUDOS ADEQUADOS DE REPRODUÇÃO HUMANA NÃO FORAM FEITOS
    COM CORTICOSTERÓIDES, O USO DE PREDNISOLONA NA GRAVIDEZ,
    LACTAÇÃO OU EM MULHERES COM POTENCIAL DE ENGRAVIDAR, REQUER
    QUE OS POSSÍVEIS BENEFÍCIOS DA DROGA JUSTIFIQUEM O RISCO POTENCIAL
    PARA A MÃE, EMBRIÃO OU FETO.
    LACTAÇÃO: A PREDNISOLONA É EXCRETADA NO LEITE MATERNO EM BAIXOS
    NÍVEIS (MENOS DE 1% DA DOSE ADMINISTRADA). MEDIDAS DE CAUTELA
    DEVEM SER TOMADAS QUANDO A PREDNISOLONA É ADMINISTRADA A
    LACTANTES.
    CRIANÇAS NASCIDAS DE MÃES QUE RECEBERAM CORTICOSTERÓIDES
    DURANTE A GRAVIDEZ, DEVEM SER CUIDADOSAMENTE OBSERVADAS
    QUANTO AO SURGIMENTO DE HIPOADRENALISMO.
    PRECAUÇÕES:
    EM CASOS DE INSUFICIÊNCIA ADRENOCORTICAL INDUZIDA POR
    PREDNISOLONA, PODE-SE MINIMIZAR O QUADRO POR REDUÇÃO GRADUAL DA
    DOSAGEM. DEVIDO À POSSIBILIDADE DE PERSISTÊNCIA DESSE QUADRO APÓS
    A INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO POR ALGUM TEMPO, PODE SER
    NECESSÁRIO REINICIAR A CORTICOTERAPIA EM SITUAÇÕES DE ESTRESSE.
    COMO A SECREÇÃO DE MINERALOCORTICÓIDE PODE ESTAR REDUZIDA, DEVESE
    ADMINISTRAR CONCOMITANTEMENTE SAIS OU MINERALOCORTICÓIDES.
    EM PACIENTES PORTADORES DE HIPOTIREOIDISMO OU COM CIRROSE, EXISTE
    AUMENTO DO EFEITO DO CORTICOSTERÓIDE.
    PACIENTES PORTADORES DE HERPES SIMPLES OCULAR DEVEM UTILIZAR
    CORTICOSTERÓIDES COM CAUTELA POIS PODE HAVER POSSÍVEL
    PERFURAÇÃO DE CÓRNEA.
    A MENOR DOSE POSSÍVEL DE CORTICOSTERÓIDE DEVE SER UTILIZADA A FIM
    DE SE CONTROLAR AS CONDIÇÕES SOB TRATAMENTO. QUANDO A REDUÇÃO
    DA DOSAGEM FOR POSSÍVEL, ESTA DEVE SER FEITA GRADUALMENTE.
    PODEM APARECER DISTÚRBIOS PSÍQUICOS QUANDO DO USO DE
    CORTICOSTERÓIDES, VARIANDO DESDE EUFORIA, INSÔNIA, ALTERAÇÃO DO
    HUMOR, ALTERAÇÃO DE PERSONALIDADE, DEPRESSÃO GRAVE ATÉ
    MANIFESTAÇÕES DE PSICOSE OU INSTABILIDADE EMOCIONAL. TENDÊNCIAS
    PSICÓTICAS PREEXISTENTES PODEM SER AGRAVADAS PELOS
    CORTICOSTERÓIDES.
    EM HIPOPROTROMBINEMIA, O ÁCIDO ACETILSALICÍLICO DEVE SER UTILIZADO
    COM CAUTELA QUANDO ASSOCIADO À CORTICOTERAPIA.
    DEVE HAVER CUIDADO NA UTILIZAÇÃO DE ESTERÓIDES EM CASOS DE COLITE
    ULCERATIVA NÃO-ESPECÍFICA CASO HAJA POSSIBILIDADE DE PERFURAÇÃO
    IMINENTE, ABSCESSO OU OUTRAS INFECÇÕES PIOGÊNICAS; DIVERTICULITE;
    ANASTOMOSES DE INTESTINO; ÚLCERA PÉPTICA ATIVA OU LATENTE;
    INSUFICIÊNCIA RENAL; HIPERTENSÃO; OSTEOPOROSE E MIASTENIA GRAVIS.
    O CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS SOB CORTICOTERAPIA
    PROLONGADA DEVEM SER OBSERVADOS CUIDADOSAMENTE.
    EMBORA ESTUDOS CLÍNICOS CONTROLADOS TENHAM DEMONSTRADO A
    EFETIVIDADE DOS CORTICOSTERÓIDES EM AUMENTAR A RAPIDEZ DA
    RESOLUÇÃO DO PROBLEMA DAS EXACERBAÇÕES AGUDAS DA ESCLEROSE
    MÚLTIPLA, ELES NÃO DEMONSTRARAM QUE OS CORTICOSTERÓIDES AFETAM
    O RESULTADO FINAL DO HISTÓRICO NATURAL DA DOENÇA. OS ESTUDOS
    MOSTRAM QUE DOSES RELATIVAMENTE MAIORES DE CORTICOSTERÓIDES
    SÃO NECESSÁRIAS PARA ALCANÇAR UM EFEITO SIGNIFICATIVO.
    PRESSÃO ARTERIAL, PESO CORPORAL, DADOS ROTINEIROS DE
    LABORATÓRIO, INCLUINDO GLICOSE PÓS-PRANDIAL DE 2 HORAS E POTÁSSIO
    SÉRICO, RAIO X DE TÓRAX E PARTES SUPERIORES DEVEM SER OBTIDOS A
    INTERVALOS REGULARES.
    INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS:
    Drogas como os barbituratos, que induzem a atividade das enzimas metabólicas
    hepáticas da fração microssomal, podem aumentar o metabolismo da prednisolona,
    requerendo, em terapias concomitantes, o aumento da dosagem de prednisolona.
    REAÇÕES ADVERSAS:
    • Neurológicas:
    Convulsões, aumento da pressão intracraniana com papiledema (pseudotumor
    cerebral), usualmente após tratamento; cefaléia; vertigem.
    • Musculoesqueléticas:
    Fraqueza muscular, miopatia esteróide, perda de massa muscular, osteoporose,
    fratura vertebral por compressão, necrose asséptica da cabeça umeral e femoral,
    fratura patológica de ossos longos.
    • Gastrintestinais:
    Úlcera péptica com possível perfuração e hemorragia; pancreatite; distensão
    abdominal; esofagite ulcerativa.
    • Dermatológicas:
    Retardo da cicatrização; atrofia cutânea (pele fina e frágil); petéquias e equimoses;
    eritema facial; sudorese aumentada; pode ocorrer supressão a reações de alguns
    testes cutâneos.
    • Endócrinas:
    Irregularidades menstruais; desenvolvimento de estado cushingóide; retardo do
    crescimento em crianças; ausência de resposta secundária adrenocortical e
    hipofisária, especialmente em situações de estresse, como trauma, cirurgia ou
    doença. Diminuição da tolerância a carboidratos, manifestação de diabetes
    mellitus latente; aumento das necessidades de insulina ou hipoglicemiantes orais
    em diabéticos.
    • Oftálmicas:
    Catarata subcapsular posterior; aumento da pressão intra-ocular; glaucoma;
    exoftalmia.
    • Hidroeletrolíticas:
    Retenção de sódio; retenção de líquido; insuficiência cardíaca congestiva em
    pacientes suscetíveis, perda de potássio, alcalose hipocalêmica; hipertensão
    arterial.
    • Metabólicas:
    Balanço negativo de nitrogênio devido ao catabolismo protéico.
    MODO DE USAR:
    Instruções de uso da pipeta dosadora em ml:
    1. Encaixar a pipeta dosadora no adaptador do frasco (fig. 1).
    2. Virar o frasco e aspirar a medida desejada. Puxar cuidadosamente o êmbolo,
    medindo a quantidade exata em ml, conforme a posologia recomendada pelo seu
    médico (fig. 2).
    3. Retirar a pipeta dosadora (fig. 3).
    4. Esvaziar a pipeta dosadora lentamente na boca, com a cabeça inclinada para trás
    (fig. 4).
    5. Tampar o frasco (fig. 5).
    6. Lavar bem a pipeta dosadora com água corrente e fechá-la com sua respectiva
    tampa (fig. 6).
    Observações:
    A pipeta dosadora é de uso exclusivo para administração de PRELONE por via oral.
    O manuseio deve ser feito somente por adultos.
    POSOLOGIA:
    ATENÇÃO: UTILIZAR A PIPETA EXCLUSIVA QUE ACOMPANHA O PRODUTO.
    ESTA PIPETA ESTÁ GRADUADA DE ML EM ML. EM CASO DE DÚVIDA CONSULTE
    SEU MÉDICO (1 ML DE SOLUÇÃO EQUIVALE A 3 MG PREDNISOLONA. CADA MG
    DE PREDNISOLONA EQUIVALE A 1,34 MG DE FOSFATO SÓDICO DE
    PREDNISOLONA).
    A dosagem inicial de PRELONE® pode variar de 5 a 60 mg por dia, dependendo da
    doença específica que está sendo tratada. As doses de PRELONE® requeridas são
    variáveis e devem ser individualizadas de acordo com a doença em tratamento e a
    resposta do paciente. Para bebês e crianças, a dosagem recomendada deve ser
    controlada pela resposta clínica e não pela adesão estrita ao valor indicado pelos fatores
    idade e peso corporal. Iniciar a terapia com a menor dose da posologia em idosos.
    A dosagem deve ser reduzida ou descontinuada gradualmente quando a droga for
    administrada por mais do que alguns dias.
    Crianças: A dose pediátrica inicial pode variar de 0,14 a 2 mg/kg de peso por dia, ou
    de 4 a 60 mg por metro quadrado de superfície corporal por dia, administrados de 3 a
    4 vezes por dia. Posologias para recém-nascidos e crianças devem ser orientadas
    segundo as mesmas considerações feitas para adultos, ao invés de se adotar rigidez
    estrita aos índices para idade ou peso corporal. Na Síndrome Nefrótica utiliza-se
    60mg/m2/dia em 3 vezes ao dia por 4 semanas, seguidas de 40mg/m2 em dias
    alternados, por 4 semanas.
    Em situações de menor gravidade, doses mais baixas, geralmente, são suficientes,
    enquanto que para alguns pacientes, altas doses iniciais podem ser necessárias. A dose
    inicial deve ser mantida ou ajustada até que a resposta satisfatória seja notada. Depois
    disso deve-se determinar a dose de manutenção por pequenos decréscimos da dose
    inicial a intervalos de tempo determinados, até que se alcance a dose mais baixa para se
    obter uma resposta clínica adequada. Deve-se ter em mente que é necessária uma
    constante observação em relação à dosagem de PRELONE®. Se por um período
    razoável de tempo não ocorrer resposta clínica satisfatória, o tratamento com
    PRELONE® deve ser interrompido e o paciente transferido para outra terapia apropriada.
    Incluem-se as situações nas quais pode ser necessário ajuste na dose: mudança no
    estado clínico secundário por remissão ou exacerbação no processo da doença, a
    suscetibilidade individual do paciente à droga e o efeito da exposição do paciente a
    situações estressantes não-diretamente relacionadas à doença em tratamento; se for
    necessário que o tratamento seja interrompido, é recomendado que a retirada seja
    gradual e nunca abrupta.
    SUPERDOSAGEM:
    Não há relatos da ingestão acidental de grandes quantidades de prednisolona em
    período de tempo curto. O tratamento da superdosagem aguda é por lavagem gástrica
    imediata ou indução de vômito.
    O uso prolongado de corticosteróides pode produzir sintomas psíquicos; face de lua
    cheia; depósitos anormais de gordura; retenção de líquido; aumento do apetite; ganho de
    peso; hipertricose; acne; estrias; equimoses; sudorese aumentada; pigmentação; pele
    seca e descamativa; perda de cabelo; aumento da pressão arterial; taquicardia;
    tromboflebite; resistência diminuída às infecções; balanço negativo de nitrogênio com
    retardo da cicatrização; cefaléia; fraqueza; distúrbios menstruais; sintomas acentuados
    da menopausa; neuropatias; distúrbios psíquicos; fraturas; osteoporose; úlcera péptica;
    tolerância diminuída à glicose; hipocalemia e insuficiência adrenal. Em crianças
    observou-se hepatomegalia e distensão abdominal.
    Nos casos de superdosagem crônica em pacientes portadores de doença grave que
    necessitem de corticoterapia contínua, deve-se reduzir a dose de prednisolona, por um
    período de tempo, ou deve-se introduzir o tratamento em dias alternados.

    Ficha Técnica

    • Nome do Produto: Fosfato Sódico de Prednisolona 3mg com 60ml
    • SKU: 5067
    • Registro Ministério da Saúde: 1057305410031
    • Princípio Ativo: Fosfato Sódico de Prednisolona
    • Fabricante: Ache
    • SAC Fabricante: 0800-701-6900
    • E-mail Fabricante: CAC@ACHE.COM.BR

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