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    Alginac 1000mcg com 15 comprimidos

    Alginac 1000mcg com 15 comprimidos

    Alginac 1000mcg é indicado para deficiência de vitamina B12 e anemia megaloblástica — cianocobalamina vitamina B12 suplemento oral alta dose, indicado para veganos, idosos e usuários de metformina, monitorar regularmente em grupos de risco.

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    Marca: Procter & Gamble
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    Descrição do Produto

    Para que serve o Alginac 1000mcg?

     

    Alginac 1000mcg com 15 Comprimidos é um suplemento de vitamina B12 indicado para a reposição desta vitamina essencial:

    • - Deficiência de vitamina B12 — reposição em grupos de risco como vegetarianos, veganos, idosos e pacientes em uso de metformina;
    • - Anemia megaloblástica — suporte nutricional à reposição de B12 em anemias por deficiência;
    • - Neuropatia periférica associada à deficiência — formigamentos e dormências nos membros por hipovitaminose B12;
    • - Prevenção de hiperhomocisteinemia — a vitamina B12 é cofator na metabolização da homocisteína.
     

    Benefícios

     
    • - Alta dose de 1000mcg — formulação para reposição intensiva ou manutenção em pacientes com má absorção;
    • - Cianocobalamina — forma estável de vitamina B12 amplamente utilizada em suplementação;
    • - Essencial para a produção de hemácias — cofator na síntese do DNA em células hematopoiéticas;
    • - Importante para o sistema nervoso — manutenção da mielina que protege as fibras nervosas.
     

    Composição/Ingredientes

     
    • - Cianocobalamina (vitamina B12): 1000mcg por comprimido.
     

    Como usar

     
    • - Tomar conforme orientação médica ou nutricional — geralmente 1 comprimido ao dia ou em dias alternados conforme a deficiência;
    • - Pode ser tomado com ou sem alimentos;
    • - Para pessoas com síndrome de má absorção (ex.: gastrectomizados) — formas injetáveis são mais eficazes; consultar médico;
    • - Veganos e vegetarianos estritos devem manter suplementação contínua — a vitamina B12 é encontrada exclusivamente em alimentos de origem animal.
     

    Advertências

     
    • - A deficiência de B12 pode demorar anos para se manifestar — os estoques hepáticos são grandes; monitorar regularmente em grupos de risco;
    • - Não substituir o tratamento médico de anemia por deficiência de B12 — a suplementação oral pode ser insuficiente em casos de anemia perniciosa;
    • - Informar ao médico sobre o uso — pode mascarar deficiências de folato em exames laboratoriais.
     

    Contraindicações

     
    • - Hipersensibilidade à cianocobalamina ou a cobalto.
     
    Este conteúdo foi elaborado com base em informações extraídas manualmente de informações da marca, sob supervisão técnica da farmacêutica responsável: Dra. LUCIANA DE SANTANA MAGALHAES ROCHA - CRF: 83.463. Não utilize este material como substituto ao conselho médico profissional. Esse texto possui apenas fins informativos.

    Complemento

    Anti-inflamatório com ação analgésica. Antineurítico. Nas lombalgias, cervicalgias, braquialgias, radiculite, neuropatias periféricas de etiopatogenia diversa, neuralgias faciais, neuralgia do trigêmeo, neuralgia intercostal, neuralgia herpética, neuropatia alcoólica, neuropatia diabética, síndrome do conduto do carpo, fibromialgia, espondilite.

    Isto é um medicamento, não use sem prescrição médica e orientação do farmacêutico. Ao persistirem os sintomas, o médico deverá ser consultado.

    Sobre o produto:
    Mais informações sobre esse produto

    Alginac® 1.000 Comprimidos revestidos
    cianocobalamina, cloridrato de piridoxina, nitrato de tiamina, diclofenaco sódico
    FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES
    Comprimidos revestidos - Embalagens contendo 15 e 30 comprimidos revestidos.
    USO ORAL - ADULTO
    COMPOSIÇÃO
    Cada comprimido revestido contém:
    vitamina B12 (cianocobalamina) ................................ 1.000 mcg
    vitamina B6 (cloridrato de piridoxina) ........................... 50 mg
    vitamina B1 (nitrato de tiamina) ................................. 50 mg
    diclofenaco sódico ............................................... 50 mg
    Excipientes: talco, estearato de magnésio, lactose, celulose microcristalina, carmelose sódica,
    dióxido de silício coloidal, Eudragit RL 30D, macrogol, dióxido de titânio, simeticona, trietilcitrato,
    metilparabeno, propilparabeno, povidona, corante vermelho FDC nº 6.
    INFORMAÇÕES AO PACIENTE
    Ação esperada do medicamento
    ALGINAC® 1.000 é uma combinação do antiinflamatório diclofenaco sódico com as vitaminas B1,
    B6 e B12, possuindo ação analgésica, antineurítica e anti-inflamatória.
    Cuidados de armazenamento
    Conservar em temperatura ambiente (entre 15oC e 30oC). Proteger da luz e umidade.
    Prazo de validade
    Ver embalagem externa. Não utilizar com o prazo de validade vencido.
    Gravidez e lactação
    Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após seu término.
    Informar ao médico se está amamentando.
    Cuidados de administração
    Os comprimidos de ALGINAC® 1.000 devem ser ingeridos sem mastigar, com um pouco de
    líquido. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração
    do tratamento.
    Interrupção do tratamento
    Não interromper o tratamento sem o conhecimento de seu médico.
    Reações adversas
    Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como dor abdominal,
    náuseas, vômitos, diarréia, falta de apetite, vertigens, dores de cabeça, cansaço, insônia,
    alterações do paladar, reações cutâneas ou quaisquer outras que venham a ocorrer.
    - TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
    Ingestão concomitante com outras substâncias
    Os comprimidos devem ser ingeridos preferencialmente após as refeições.
    Contra-indicações e Precauções
    Contra-indicado na presença de hipersensibilidade a qualquer dos componentes da fórmula,
    porfiria aguda, policitemia vera, doença hereditária de Leber, úlceras pépticas, gastrites e
    duodenites, discrasias sanguíneas, estados hemorrágicos, lesões hepáticas e em pacientes
    cujas crises de asma brônquica, urticária ou rinite são desencadeadas ou agravadas pelo
    uso de salicilatos e outros medicamentos inibidores da síntese de prostaglandinas. É
    recomendável realizar periodicamente exames de sangue e das funções renal e hepática.
    Antes da administração do produto, deve ser avaliado o estado do sistema digestivo, do
    fígado e dos rins. ALGINAC® 1.000 não deve ser administrado a pacientes parkinsonianos
    em uso de levodopa isolada. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja
    usando, antes do início ou durante o tratamento. Não deve ser utilizado durante a gravidez e
    a lactação. Os pacientes que apresentarem tonturas ou outros distúrbios do sistema
    nervoso central devem abster-se de dirigir veículos ou operar máquinas.
    - NÃO USE MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER
    PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE.
    - NÃO É INDICADO PARA CRIANÇAS ABAIXO DE 14 ANOS, COM EXCEÇÃO DE CASOS
    DE ARTRITE JUVENIL CRÔNICA.
    INFORMAÇÕES TÉCNICAS
    Características
    As vitaminas B1, B6 e B12 participam no metabolismo de todas as células do organismo, porém
    sua atividade predominante se dá sobre as células do sistema nervoso, daí serem denominadas
    vitaminas neurotróficas.
    tiamina (vitamina B1): a absorção gastrointestinal da tiamina presente nos alimentos ocorre
    mediante um mecanismo de transporte ativo. Ao se administrar doses altas, a absorção se dá por
    difusão passiva. O limite de absorção máxima é de 8 a 15 mg ao dia, porém esta quantidade pode
    ser facilmente superada quando se ingere em doses fracionadas com os alimentos. Os tecidos
    realizam a degradação total de aproximadamente 1 mg de tiamina ao dia. Quando a ingestão é
    inferior a essa quantidade, a tiamina não é excretada pela urina; porém quando a ingestão
    ultrapassa este valor, primeiramente saturam-se os depósitos tissulares e, posteriormente, o
    fármaco aparece sem modificação ou como o seu metabólito, a pirimidina. A forma funcionalmente
    ativa da tiamina é o pirofosfato de tiamina, que intervém no metabolismo dos carboidratos como
    cofator das desidrogenases (desidrogenase cetoácida de cadeia ramificada, complexo piruvato
    desidrogenase e alfa-cetoglutarato desidrogenase) e das transcetolases. Dentre os processos
    metabólicos que são afetados pela deficiência de tiamina encontra-se o aporte energético neuronal
    ao inibir-se a degradação dos carboidratos, o que impede a regeneração da membrana axônica.
    Além de participar no processo de síntese da acetilcolina, o pirofosfato de tiamina intervém na
    liberação deste neurotransmissor pela membrana pré-sináptica, pois foram encontradas altas
    concentrações de tiamina fosforilada nas terminações nervosas colinérgicas.
    piridoxina (vitamina B6): a piridoxina, o piridoxal e a piridoxamina são rapidamente absorvidos
    pelo trato gastrointestinal após serem hidrolisados a seus produtos fosforilados. Pelo menos 60%
    da vitamina B6 circulante corresponde ao fosfato de piridoxal. Considera-se que o piridoxal é a
    forma primária que atravessa as membranas celulares. O principal produto de excreção é o ácido
    4-piridoxólico, formado pela ação aldeído-oxidase hepática sobre o piridoxal livre. O fosfato de
    piridoxal atua como coenzima em várias transformações metabólicas dos aminoácidos. A vitamina
    B6 atua na síntese dos neurotransmissores ácido gama-aminobutírico, dopamina e serotonina,
    bem como na síntese dos esfingolipídeos que constituem a bainha de mielina.
    cianocobalamina (vitamina B12): a vitamina B12 proveniente da dieta se une ao fator intrínseco
    em presença de ácido gástrico e proteases pancreáticas. O complexo vitamina B12 - fator
    intrínseco chega no íleo distal, onde interage com um receptor específico situado sobre as células
    da mucosa do íleo, sendo então transportado para a circulação. Além do fator intrínseco, é
    necessária a presença da bile e de bicarbonato de sódio (em pH adequado) para o transporte da
    vitamina B12 através do íleo. A deficiência de vitamina B12 normalmente não se deve a uma
    carência da dieta, e sim a uma deficiência na absorção gastrointestinal. Uma vez absorvida, a
    vitamina B12 se une a uma beta-globulina plasmática chamada transcobalamina II, de forma a ser
    transportada para os tecidos. A vitamina B12 unida à transcobalamina II é rapidamente extraída do
    plasma e armazenada nas células hepáticas; até 90% dos depósitos corporais de vitamina B12 no
    adulto normal, ou seja, 1 a 10 mg, localizam-se no fígado. A vitamina B12 é armazenada como
    coenzima ativa, com uma taxa de recâmbio de 0,5 a 0,8 mcg por dia, dependendo da capacidade
    dos depósitos corporais. A necessidade mínima diária da vitamina é de 1 mcg. Aproximadamente 3
    mcg de vitamina B12 são excretados por dia através da bile, sendo que 50 a 60% desta
    quantidade não se destina à reabsorção. Este ciclo entero-hepático impede, que, durante uma
    doença intestinal, ocorra uma interferência com a absorção, o que poderia resultar em um
    esvaziamento contínuo dos depósitos hepáticos da vitamina. As formas metabolicamente ativas da
    vitamina B12 são a metilcobalamina e a 5-desoxiadenosilcobalamina, as quais são essenciais para
    o crescimento e a replicação celular. A metilcobalamina participa na transformação da
    homocisteína em metionina e no seu derivado, a S-adenosilmetionina, bem como na conversão do
    N5-metiltetraidrofolato a tetraidrofolato. A 5-desoxiadenosilcobalamina intervém na isomerização
    da L-metilmalonil coenzima A à succinil coenzima A, que favorece a síntese de ácidos graxos.
    Estas ações metabólicas, no âmago do sistema nervoso, conduzem à geração de ATP, necessário
    para a síntese de DNA mitocondrial dos neurônios, para a formação da bainha de mielina axônica,
    para proporcionar os componentes bioquímicos da neurotransmissão e para manter a constância
    do meio interno neuronal, necessária para gerar os potenciais de ação e permitir a transmissão na
    sinapse.
    Segundo descobertas clínicas recentes, a combinação das vitaminas B1, B6 e B12 possui
    atividade antinociceptiva, que se traduz em ação analgésica marcante.
    diclofenaco sódico: é rápida e completamente absorvido no duodeno, com concentrações
    plasmáticas significativas sendo atingidas cerca de 30 minutos após a administração e
    concentrações plasmáticas máximas 2 a 3 horas depois. Quando a administração se faz com
    alimentos, a velocidade da absorção é reduzida, porém não o seu grau. O fármaco liga-se
    amplamente às proteínas plasmáticas (99,7%), principalmente à albumina, sendo a sua meia-vida
    plasmática de 1 a 2 horas. O diclofenaco se distribui largamente no organismo e sua
    biodisponibilidade é de aproximadamente 50%, com as maiores concentrações localizando-se no
    fígado e rins. O fármaco é metabolizado no fígado pela isoenzima citocromo P450, família CYP2C,
    a 4-hidroxidiclofenaco como metabólito principal e outras formas hidroxiladas. Após
    glicuronoconjugação e sulfatação, os metabólitos são excretados na urina (65%) e pela bile (35%).
    Doses repetidas do diclofenaco não produzem acumulação no adulto normal. A meia-vida de
    eliminação é de 1,2 a 2,0 horas. O diclofenaco é um inibidor da ciclooxigenase, enzima que
    converte o ácido araquidônico em prostaglandinas. Sua potência é substancialmente superior à da
    indometacina, naproxeno e outros antiinflamatórios. As prostaglandinas que têm a síntese inibida
    são a PGE2 (50%), o tromboxano TXB1 (60%) e a PGF (30%). Além disso, o fármaco parece
    reduzir as concentrações intracelulares de araquidonato livre nos leucócitos, possivelmente
    modificando a liberação ou a captação deste ácido graxo. Além do seu efeito periférico, o
    diclofenaco e outros analgésicos antiinflamatórios não-esteroidais podem exercer um efeito
    antinociceptivo (antiálgico) no sistema nervoso central, atuando sobre a liberação das
    prostaglandinas e/ou através dos sistemas neuronais que utilizam as catecolaminas e a serotonina
    como neurotransmissores.
    Indicações
    Antiinflamatório com ação analgésica. Antineurítico. Nas lombalgias, cervicalgias, braquialgias,
    radiculite, neuropatias periféricas de etiopatogenia diversa, neuralgias faciais, neuralgia do
    trigêmeo, neuralgia intercostal, neuralgia herpética, neuropatia alcoólica, neuropatia diabética,
    síndrome do conduto do carpo, fibromialgia, espondilite.
    Contra-indicações
    Hipersensibilidade a qualquer dos componentes da fórmula. Policitemia vera. Porfiria aguda.
    A vitamina B12 não deve ser utilizada na doença precoce de Leber (atrofia hereditária do
    nervo óptico). Úlceras pépticas, gastrites e duodenites. Em pacientes cujas crises de asma
    brônquica, urticária ou rinite são desencadeadas ou agravadas pelo uso de salicilatos e
    outros medicamentos inibidores da síntese de prostaglandinas. Discrasias sanguíneas,
    estados hemorrágicos e lesões hepáticas.
    Precauções e Advertências
    É recomendável controlar periodicamente o hemograma e as funções renal e hepática.
    Antes da administração do produto, deve ser avaliado o estado do sistema digestivo, do
    fígado e dos rins. Não deve ser administrado durante a gravidez e a lactação nem em
    crianças com menos de 14 anos, com exceção de casos de artrite juvenil crônica. Como as
    prostaglandinas têm grande importância na manutenção do fluxo sangüíneo renal, o
    produto deve ser empregado com cautela em nefropatas, cardiopatas, pacientes em uso de
    diuréticos e após grandes cirurgias. Os pacientes que apresentarem tonturas ou outros
    distúrbios do sistema nervoso central devem abster-se de dirigir veículos ou operar
    máquinas.
    Interações medicamentosas
    Existem relatos de que a tiamina pode aumentar o efeito de bloqueadores neuromusculares,
    desconhecendo-se seu significado clínico. A piridoxina reforça a descarboxilação periférica
    da levodopa e reduz sua eficácia no tratamento da doença de Parkinson. A administração
    concomitante de carbidopa com levodopa previne este efeito. O cloridrato de piridoxina não
    deve ser administrado em doses superiores a 5 mg por dia em pacientes sob tratamento
    com levodopa unicamente. A administração de 200 mg ao dia de cloridrato de piridoxina
    durante um mês produz diminuição das concentrações séricas de fenobarbital e de fenitoína
    em até 50%. A ciclosserina e a hidralazina são antagonistas da vitamina B6 e a
    administração da piridoxina reduz os efeitos secundários neuronais decorrentes do uso
    destes fármacos. A utilização prolongada de penicilamina pode causar deficiência de
    vitamina B6. A piridoxina pode diminuir as concentrações plasmáticas da ciclosporina,
    quando administradas simultaneamente. A absorção da vitamina B12 no sistema
    gastrointestinal pode ser reduzida pela administração de aminoglicosídeos, colchicina,
    potássio em formulação de liberação prolongada, ácido aminossalicílico e seus sais,
    anticonvulsivantes (fenitoína, fenobarbital, primidona), irritação com cobalto no intestino
    delgado e pela ingestão excessiva de álcool por mais de duas semanas. A administração
    concomitante de neomicina e colchicina incrementa a má absorção de vitamina B12. O ácido
    ascórbico pode destruir quantidades importantes da vitamina B12 e do fator intrínseco in
    vitro; assim, esta possibilidade deverá ser levada em consideração quando da
    administração concomitante de doses altas de ácido ascórbico e de vitamina B12 por via
    oral. Existem relatos de que a prednisona intensificou a absorção de vitamina B12 e a
    secreção do fator intrínseco em pacientes com anemia perniciosa, porém não em pacientes
    com gastrectomia parcial ou total, desconhecendo-se o significado clínico destas
    observações. A administração concomitante de cloranfenicol e de vitamina B12 pode
    antagonizar a resposta hematopoiética à vitamina. A administração simultânea de
    diclofenaco com preparações à base de lítio, digoxina ou diuréticos poupadores de potássio
    pode elevar as concentrações plasmáticas destes fármacos. A utilização concomitante com
    outros antiinflamatórios não-esteroidais pode aumentar o risco de reações adversas.
    Recomenda-se acompanhamento rigoroso de pacientes sob tratamento com
    anticoagulantes. O emprego de antiinflamatórios não-esteróides deve ser suspenso 24
    horas antes de iniciar-se tratamento com metotrexato, para evitar a elevação da
    concentração plasmática do citostático e de seus efeitos tóxicos.
    Reações adversas
    Existem relatos isolados de reações secundárias à administração parenteral a longo prazo
    de tiamina e de cianocobalamina, provavelmente devido a casos raros de
    hipersensibilidade. A administração de megadoses de piridoxina pode produzir certas
    síndromes neuropáticas sensoriais; contudo, estudos histopatológicos não demonstraram o
    relacionamento destas síndromes com degeneração neuronal em nenhum grau. Com a
    suspensão do uso da piridoxina, a função neuronal melhora gradativamente até a completa
    recuperação do paciente. Trato gastrointestinal: dor abdominal, náuseas, vômitos, diarréia,
    dispepsia, flatulência e anorexia. Raramente, hemorragia gastroduodenal, melena,
    hematêmese, ulceração, perfuração, diarréia sanguinolenta. Ocasionalmente, colite
    ulcerativa ou proctocolite de Crohn, gingivoestomatite, lesões esofágicas, glossite,
    obstipação intestinal. Sistema nervoso central: vertigem, atordoamento, cefalalgia, fadiga.
    Raramente, parestesias, distúrbios da sensibilidade e da visão, distúrbios da memória,
    desorientação, tinido, insônia, irritações psicóticas, alterações do paladar. Pele: casos
    isolados de erupções vesiculares, eczema, eritema multiforme, síndrome de Stevens-
    Johnson, síndrome de Lyell, eritrodermia, dermatite esfoliativa, alopecia, reações de
    fotossensibilidade, púrpura. Rins: raramente hematúria, proteinúria, insuficiência renal
    aguda. Fígado: raramente, elevação da atividade das aminotransferases (transaminases
    glutâmico-pirúvica e glutâmico-oxalacética), hepatite com ou sem icterícia. Sangue: casos
    isolados de trombocitopenia, leucopenia, anemia hemolítica, anemia aplástica,
    agranulocitose. Hipersensibilidade: raramente hipotensão arterial, edema, reações
    anafiláticas. Alterações de exames laboratoriais: a piridoxina pode provocar uma reação
    falsa positiva no urobilinogênio utilizando reativo de Ehrlich.
    Posologia
    ALGINAC® 1.000: dois a três comprimidos ao dia, preferencialmente após as refeições. A duração
    do tratamento fica a critério médico.
    Superdose
    Não existem relatos de superdose com tiamina ou com vitamina B12. A neuropatia sensorial e as
    outras síndromes neuropáticas sensoriais produzidas pela administração de megadoses de
    piridoxina melhoram gradativamente com a descontinuação da vitamina, obtendo-se recuperação
    completa após algum tempo. São raros os relatos de superdose de antiinflamatórios nãohormonais.
    Isso decorre de serem essas substâncias gastroirritantes (provocando vômito, quando
    em doses elevadas) e de fácil excreção pelos rins. Considerando a curta duração da meia-vida do
    diclofenaco, pode-se esperar grande margem de segurança. O tratamento da superdose e da
    intoxicação aguda consiste, essencialmente, em medidas de suporte e tratamento sintomático se
    surgirem complicações (hipotensão, depressão respiratória, insuficiência renal, convulsões,
    irritação). Em caso de ingestão de número excessivo de comprimidos, o tratamento compreende
    também lavagem gástrica e uso de carvão ativado.
    Pacientes idosos
    É recomendável cautela quando da prescrição a idosos, em especial, aqueles que tenham função
    renal prejudicada e em uso de diuréticos e beta-bloqueadores. Os pacientes idosos são mais
    sensíveis à ocorrência de efeitos colaterais com antiinflamatórios não-hormonais (em especial,
    redução do volume urinário e irritação da mucosa gastrintestinal). Devem, portanto, utilizar a menor
    posologia capaz de produzir os efeitos terapêuticos desejados, pelo menor tempo possível.
    - VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
    - Nº do lote, data de fabricação e prazo de validade: vide embalagem externa.
    M.S. 1.0089.0271
    Farm. Resp.: Marcos A. Silveira Jr. - CRF-RJ nº 6403
    MERCK S.A.
    CNPJ 33.069.212/0001-84
    Estrada dos Bandeirantes, 1099
    Rio de Janeiro - RJ - CEP 22710-571
    Indústria Brasileira.
    Com autorização de Merck KGaA, Darmstadt, Alemanha.

    Ficha Técnica

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