MECLIN 50MG COM 15 COMPRIMIDOS

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  • Para que serve

    • Profilaxia e tratamento de cinesia.
  • Ficha Técnica

    • Nome do Produto: MECLIN 50MG COM 15 COMPRIMIDOS
    • SKU: 3686
    • Código EAN: 7896637023641
    • Registro Ministério da Saúde: 1011801650101
    • Princípio Ativo: CLORIDRATO DE MECLIZINA
    • Fabricante: APSEN
    • SAC Fabricante: 0800-165-678
    • E-mail Fabricante: INFOMED@APSEN.COM.BR
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Meclin é indicado na prevenção e tratamento da cinesia, vertigem, náuseas e vômitos induzidos pela radioterapia e no tratamento de náuseas e vômitos durante a gravidez.

MECLIN
cloridrato de meclizina
FORMA FARMACÊUTICA, VIA DE ADMINISTRAÇÃO E
APRESENTAÇÕES
USO ORAL
Comprimidos de 25 mg. Caixas com 15 comprimidos
Comprimidos de 50 mg. Caixas com 15 comprimidos
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido contém: 25 mg 50 mg
Cloridrato de meclizina.......................... .......... 25 mg............... 50 mg
Excipientes* qsp .................................... ............ 1 com............... 1 com
*Excipientes: fosfato de cálcio tribásico, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, lactose,
celulose microcristlina, dióxido de silício coloidal, corante FD&C amarelo.
II) INFORMAÇÕES AO PACIENTE
AÇÃO DO MEDICAMENTO:
MECLIN, cujo princípio ativo é o cloridrato de meclizina, é um
antiemético, antivertiginoso e anticinetótico, usado na prevenção e tratamento da
cinesia, vertigem, náuseas e vômitos induzidos pela radioterapia e no tratamento
de náuseas e vômitos durante a gravidez.
A meclizina é rapidamente absorvida após administração oral. O
metabolismo da droga é provavelmente no fígado. A ação tem início em
aproximadamente 1 hora. A ação prolongada e os efeitos de uma dose única
persistem por 24 horas após a administração. A eliminação ocorre pelas fezes de
forma inalterada e pela urina.
INDICAÇÕES DO MEDICAMENTO:
MECLIN, cujo princípio ativo é o cloridrato de meclizina, é indicado:
- Profilaxia e Tratamento de Cinesia. A meclizina é indicada para a profilaxia e
tratamento de náusea, vômito, e tontura associados à doença do movimento
ou radioterapia.
- Profilaxia e Tratamento da Vertigem: A meclizina pode ser efetiva no
tratamento da vertigem associada à doenças que afetam o sistema vestibular,
como as labirintites e Doença de Menière.
- Tratamento e Profilaxia de Náuseas e Vômitos: Induzidos pela Radioterapia:
A meclizina é indicada para a profilaxia e tratamento de náuseas, vômitos e
tontura associada à radioterapia.
- Tratamento de Náuseas e Vômitos durante a Gravidez
RISCOS DO MEDICAMENTO:
Contra-indicações
Nos casos de hipersensibilidade ao cloridrato de meclizina ou aos constituintes da
formulação do produto.
Precauções e advertências
O risco-benefício da meclizina deve ser considerado nos seguintes casos:
- Obstrução do colo da bexiga ou hiperplasia prostática sintomática: os efeitos
anticolinérgicos da meclizina podem precipitar a retenção urinária.
- Obstrução gastroduodenal: pode ocorrer diminuição da motilidade e do
tônus, agravando a retenção gástrica e a obstrução.
- Predisposição a glaucoma de ângulo fechado: o aumento da pressão
intraocular pode precipitar um ataque agudo de glaucoma de ângulo fechado.
- Doença pulmonar, crônica obstrutiva: a redução na secreção brônquica pode
causar inspissação e formação de tampão bronquial.
Este produto contém o corante amarelo de TARTRAZINA que pode
causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica,
especialmente em pessoas alérgicas ao Ácido Acetilsalicílico.
Gravidez
Estudos epidemiológicos em mulheres grávidas não mostraram que a meclizina
causa aumento no risco de anormalidades fetais.
Estudos em ratos mostraram que a meclizina causa fenda palatina quando
administrada na dose correspondente a 25 a 50 vezes a dose recomendada em
humanos.
Amamentação
A meclizina pode ser distribuída no leite materno. Entretanto, problemas em
humanos não foram documentados.
Devido a sua ação anticolinérgica, a meclizina pode inibir a lactação.
Pediatria
Não há informação disponível entre a relação da idade e os efeitos da meclizina
em pacientes pediátricos. Entretanto, é de conhecimento que pacientes
pediátricos exibem aumento da sensibilidade aos anticolinérgicos, que são
farmacologicamente relacionados à meclizina.
Pacientes com insuficiência hepática
Por se tratar de uma droga metabolizada no fígado, recomenda-se especial
precaução em pacientes com doenças hepáticas.
Geriatria
Não há informação disponível entre a relação da idade e os efeitos da meclizina
nos pacientes geriátricos. Entretanto, é de conhecimento que pacientes geriátricos
exibem aumento da sensibilidade aos anticolinérgicos, que são
farmacologicamente relacionados à meclizina. Entretanto, constipação, secura de
boca, e retenção urinária (especialmente em homens) são mais prováveis de
ocorrer em pacientes idosos.
Interferência em exames laboratoriais
Até o momento não existem dados disponíveis relacionados á interferência da
meclizina em exames laboratoriais.
MECLIN pode causar sonolência, desta forma, os pacientes em tratamento
devem ter cuidado ao dirigir, operar máquinas, ou participar de qualquer outra
atividade perigosa, até que estejam certos de que MECLIN não afeta seu
desempenho.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações
indesejáveis.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de
algum outro medicamento.
Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob
prescrição médica ou do cirurgião-dentista.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser
perigoso para a sua saúde.
Interações medicamentosas
Álcool e medicamentos depressores do sistema nervoso central: o uso
concomitante com a meclizina pode potencializar os efeitos de depressão do
sistema nervoso central destes medicamentos ou da meclizina.
Anticolinérgicos e medicamentos com atividade anticolinérgica: o uso
concomitante com a meclizina pode potencializar os efeitos anticolinérgicos.
Apomorfina: a administração prévia de meclizina pode diminuir a resposta
emética da apomorfina.
MODO DE USAR:
O produto MECLIN é apresentado na forma de comprimidos de 12,5 mg, 25 mg
e 50 mg de cloridrato de meclizina.
Os comprimidos de MECLIN (cloridrato de meclizina) são redondos, de cor
amarelada, inodoros e insípidos.
O produto é de uso oral.
Adultos
Dose usual em adultos e adolescentes:
- Profilaxia e tratamento em cinesias: 25 a 50 mg, uma hora antes de viajar. A
dose pode ser repetida a cada 24 horas, se necessário.
- Profilaxia e tratamento em vertigem: 25 a 100 mg por dia, como necessário,
em doses divididas.
- Profilaxia e tratamento em náusea e vômito induzidos por radioterapia: 50
mg, 2 a 12 horas antes da radioterapia.
- Tratamento de náuseas e vômitos da gravidez: 25 a 100 mg por dia, como
necessário, em doses divididas.
Conduta necessária caso haja esquecimento de administração
Caso você esqueça de tomar MECLIN (cloridrato de meclizina) no horário
estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver
perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a
próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu
médico. Neste caso, não tome o medicamento em dobro para compensar doses
esquecidas.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses
e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar
observe o aspecto do medicamento.
REAÇÕES ADVERSAS
A reação adversa de incidência mais freqüente é a sonolência. As reações adversas
de incidência menos freqüente ou rara são visão borrosa, secura de boca, de nariz
e de garganta.
ATENÇÃO: Este produto é um novo medicamento e, embora as pesquisas
tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização,
podem ocorrer efeitos indesejáveis não conhecidos. Se isto ocorrer, o
médico responsável deve ser comunicado.
CONDUTA EM CASOS DE SUPERDOSE
Em caso de superdose acidental, consultar o médico imediatamente.
Conduta na Superdose: na eventualidade da ingestão de doses muito acima das
preconizadas, recomenda-se adotar as medidas habituais de controle das funções
vitais, como nível de consciência, pressão arterial, freqüência cardíaca e
respiratória.
CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO
MECLIN deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC), ao
abrigo da umidade e protegido da luz.
Todo o medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
III) INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE
SAÚDE
1. Características farmacológicas:
As múltiplas aplicações clínicas da meclizina estão ligadas ao seu amplo
mecanismo de ação.
Por ser basicamente um anti-histamínico atua bloqueando os receptores H1 da
histamina, inibindo sua ação através do bloqueio dos receptores muscarínicos no
cérebro. Porém, ao contrário da maioria dos anti-histamínicos, apresenta baixa
afinidade pelos receptores muscarínicos, o que em última análise, proporciona um
menor número de reações adversas.
A meclizina possui propriedades anticolinérgicas, antieméticas, antiespasmódicas,
depressora do sistema nervoso central e anestésica local.
O mecanismo dos efeitos antieméticos com a meclizina parece estar relacionado
com a inibição do centro do vômito no tronco cerebral. A meclizina também
reduz a excitabilidade dos neurônios no núcleo vestibular e afeta as vias neuronais
originadas do labirinto.
Nos transtornos motores, impulsos dos receptores vestibulares são transmitidos
para os núcleos vestibulares, para áreas mais primitivas do cerebelo e para as áreas
do tronco cerebral. Os efeitos anticolinérgicos centrais da meclizina
presumivelmente inibem o aumento da atividade dos neurônios colinérgicos nos
núcleos vestibulares e áreas reticulares, prevenindo a ativação do centro do
vômito.
A duração da ação da meclizina (acima de 24 horas) é maior do que a de outros
antihistamínicos usados em transtornos motores e vertigem (dimenidrinato,
difenidramina, ciclizina, buclizina). A medicação é indicada para o tratamento de
náusea, vômito e tontura associados com transtornos motores. As outras
indicações incluem a prevenção e o tratamento do vômito que está associado com
a vertigem de origem vestibular, como a labirintite e a doença de Meniére.
Farmacocinética:
Após administração oral, a meclizina é rapidamente absorvida, seu início de ação
é em torno de 1 hora no caso de transtornos motores e vertigem.
Biodisponibilidade:
A ação prolongada e os efeitos de uma dose única persistem por 24 horas após a
administração. A meia vida da meclizina é de 6 horas.
Transporte e Metabolismo:
A via metabólica da meclizina não é totalmente conhecida em humanos. Estudos
em animais indicam que a meclizina é metabolizada, provavelmente no fígado, em
norclorciclizina, um derivado da piperazina. Este metabólito é distribuído pela
maioria dos tecidos e atravessa a barreira placentária.
Excreção:
Após administração oral, a meclizina é excretada pelas fezes de forma inalterada e
pela urina como norclorciclizina.
2. Resultados de eficácia:
Estudos clínicos sobre a eficácia do cloridrato de meclizina
Em 1975, Milkovich e van den Berg, em um estudo prospectivo amplo, avaliando
a evolução de gestantes que utilizaram fármacos antinauseantes no primeiro
trimestre da gestação, foram categóricos em sua conclusão: não houve indicação
de que os derivados fenotiazínicos, especificamente os derivados da
proclorperazina, assim como a meclizina, a ciclizina e o Bendectin, estivessem
associados com teratogenicidade. (Milkovich L, van den Berg B An evaluation of the
teratogenicity of certain antinauseant drugs Am J Obstet Gynecol 1976 125(2): 244-8)
Em 1994, Seto e cols. publicaram uma metanálise demonstrando claramente que
o uso de antihistamínicos, incluindo a meclizina, para o tratamento de NVG,
mesmo no primeiro trimestre de gestação, era seguro e não teratogênico. (Seto A,
Einarson T, Koren G Pregnancy outcome following first trimester exposure to antihistamines:
meta-analysis Am J Perinatol 1994 14: 119-24)
Em 2002, Magee e cols. descreveram, em um artigo de medicina baseada em
evidências, que a meclizina e outros antihistamínicos eram eficazes e seguros para
o tratamento da NVG. (Magee LA, Mazzotta P, Koren G Evidence-based view of safety and
effectiveness of pharmacologic therapy for nausea and vomiting of pregnancy (NVP) Am J
Obstet Gynecol 2002 186: S256-61)
Em importante artigo de revisão, Anne Leathem faz uma análise da eficácia e
segurança das principais drogas utilizadas no tratamento de náusea e vômitos da
gravidez. Neste artigo aborda a retirada da Doxilamina do mercado nos Estados
Unidos, pelas evidências de que aumentava o risco de alterações fetais. Faz
também uma análise de falta de evidências da segurança do uso da
Metoclopramida e do potencial teratogênico, ainda que pequeno, do
Dimenidrato. (Leathem AM Safety and efficacy of antiemetics used to treat nausea and
vomiting in pregnancy Clinical Pharmacy 1986 5: 660-8)
Com o objetivo de avaliar os efeitos da meclizina no sistema vestibular, Martin e
Oosterveld realizaram um estudo com 60 indivíduos, 30 normais e 30 portadores
de labirintopatias. Os indivíduos normais receberam placebo e/ou medicação,
enquanto os portadores de labirintopatia receberam a medicação. Foram
avaliados os valores, antes e depois da medicação ou placebo, para: nistagmo
posicional, resposta a estimulação calórica bitermal e reação a aceleração angular.
Os resultados mostraram uma significante redução do tempo do nistagmo no
grupo dos labirintopatas e dos normais que receberam a droga, quando
submetidos ao teste da aceleração angular. No teste da aceleração linear, também
houve um decréscimo da amplitude do movimento ocular nos indivíduos que
receberam a droga (labirintopatas ou não). Concluem os autores que, em vista a
baixa incidência de efeitos colaterais e significante redução da excitabilidade
vestibular, a meclizina deve ser largamente utilizada no tratamento ambulatorial
de pacientes portadores de labirintopatias. (Martin N, Oosterveld WJ, The vestibular effects
of meclizine hydrochloride-niacin combination (antivert), Acta Otolaryng 70, 6-9, 1970)
Horak e colaboradores realizaram um estudo comparativo para analisar a redução
de tontura e desequilíbrio em 25 pacientes portadores de afecção vestibular
crônica, com no mínimo 6 meses de duração. Foram divididos em 3 grupos: o
primeiro foi orientado para os exercícios de reabilitação vestibular; o segundo
para exercícios gerais e o terceiro foi medicado com meclizina.Os critérios
avaliados foram o equilíbrio e a freqüência das crises de vertigem.Os resultados
foram surpreendentes, pois o grupo tratado com meclizina apresentou expressiva
redução na vertigem, mesmo em se tratando de casos crônicos (Horak FB, Jones-
Rycewicz C, Black O, Shumway-Cook A, Effects of vestibular rehabilitation on dizziness and imabalnce,
Otolaryngology-Head and Neck Surgery 106(2), 175-180, 1992)
Cohem e deJong realizaram um estudo duplo-cego, cruzado, randomizado,
comparativo, entre meclizina e placebo no tratamento da vertigem de origem
vestibular. Foram incluídos 31 pacientes, com os sinais, sintomas e etiologia. Na
avaliação dos resultados, a meclizina foi muito superior ao placebo, reduzindo a
freqüência e severidade dos ataques, bem como os sinais e sintomas relacionados
à vertigem, tais como; náuseas, nistagmo posicional e instabilidade postural.
(Cohen B, deJong V, Meclizine and placebo in treating vertigo of vestibular origin, Arch Neurol 27, 129-
135, 1972;)
Oenbrink, médico americano especialista em navegação, relata os bons resultados
com a meclizina no tratamento das cinetoses provocadas em passageiros de
cruzeiros marítimos. Nas companhias de navegação em que trabalha, como rotina
é oferecido pelo serviço de quarto, comprimidos de 25 mg de meclizina aos
passageiros que começam a sofrer com a cinetose. Relata também os maus
resultados e complicações acarretados pela escopolamina, outra droga disponível
em alguns países para esta indicação, que obrigam a pronta intervenção no
ambulatório médico de bordo. Reforça também a preocupação com a segurança
da medicação, uma vez que é muito alta a incidência de passageiros idosos e
portadores de múltiplas afecções, em cruzeiros marítimos (Oenbrink RJ, Another
approach to motion sickness, Readers? Forum 90 (6), p. 44-5, 1991)
3. Indicações:
MECLIN, cujo princípio ativo é o cloridrato de meclizina, é indicado:
- Profilaxia e Tratamento de Cinesia. A meclizina é indicada para a profilaxia e
tratamento de náusea, vômito, e tontura associados à doença do movimento
ou radioterapia.
- Profilaxia e Tratamento da Vertigem: A meclizina pode ser efetiva no
tratamento da vertigem associada à doenças que afetam o sistema vestibular,
como as labirintites e Doença de Menière.
- Tratamento e Profilaxia de Náuseas e Vômitos: Induzidos pela Radioterapia:
A meclizina é indicada para a profilaxia e tratamento de náuseas, vômitos e
tontura associada à radioterapia.
- Tratamento de Náuseas e Vômitos durante a Gravidez
4. Contra-indicações:
Nos casos de hipersensibilidade ao cloridrato de meclizina ou aos constituintes da
formulação do produto.
5. Modo de usar e cuidados de conservação depois de aberto:
O produto MECLIN é de uso oral.
Os comprimidos de MECLIN (cloridrato de meclizina) são redondos, de cor
amarelada, inodoros e insípidos.
O produto deve ser mantido em sua embalagem original, na temperatura
ambiente (entre 15 e 30ºC), ao abrigo da umidade e protegidos da luz.
6. Posologia:
Adultos
Dose usual em adultos e adolescentes:
- Profilaxia e tratamento em cinesias: 25 a 50 mg, uma hora antes de viajar. A
dose pode ser repetida a cada 24 horas, se necessário.
- Profilaxia e tratamento em vertigem: 25 a 100 mg por dia, como necessário,
em doses divididas.
- Profilaxia e tratamento em náusea e vômito induzidos por radioterapia: 50
mg, 2 a 12 horas antes da radioterapia.
- Tratamento de náuseas e vômitos da gravidez: 25 a 100 mg por dia, como
necessário, em doses divididas.
Conduta necessária caso haja esquecimento de administração
Caso você esqueça de tomar MECLIN (cloridrato de meclizina) no horário
estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver
perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a
próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu
médico. Neste caso, não tome o medicamento em dobro para compensar doses
esquecidas.
7. Advertências:
O risco-benefício da meclizina deve ser considerado nos seguintes casos:
- Obstrução do colo da bexiga ou hiperplasia prostática sintomática: os efeitos
anticolinérgicos da meclizina podem precipitar a retenção urinária.
- Obstrução gastroduodenal: pode ocorrer diminuição da motilidade e do
tônus, agravando a retenção gástrica e a obstrução.
- Predisposição a glaucoma de ângulo fechado: o aumento da pressão
intraocular pode precipitar um ataque agudo de glaucoma de ângulo fechado.
- Doença pulmonar, crônica obstrutiva: a redução na secreção brônquica pode
causar inspissação e formação de tampão bronquial.
Este produto contém o corante amarelo de TARTRAZINA que pode
causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica,
especialmente em pessoas alérgicas ao Ácido Acetilsalicílico.
Gravidez
Estudos epidemiológicos em mulheres grávidas não mostraram que a meclizina
causa aumento no risco de anormalidades fetais.
Estudos em ratos mostraram que a meclizina causa fenda palatina quando
administrada na dose correspondente a 25 a 50 vezes a dose recomendada em
humanos.
Amamentação
A meclizina pode ser distribuída no leite materno. Entretanto, problemas em
humanos não foram documentados.
Devido a sua ação anticolinérgica, a meclizina pode inibir a lactação.
Pacientes com insuficiência hepática
Por se tratar de uma droga metabolizada no fígado, recomenda-se especial
precaução em pacientes com doenças hepáticas.
Interferência em exames laboratoriais
Até o momento não existem dados disponíveis relacionados á interferência da
meclizina em exames laboratoriais.
MECLIN pode causar sonolência, desta forma, os pacientes em tratamento
devem ter cuidado ao dirigir, operar máquinas, ou participar de qualquer outra
atividade perigosa, até que estejam certos de que MECLIN não afeta seu
desempenho.
8. Uso em idosos:
Geriatria
Não há informação disponível entre a relação da idade e os efeitos da meclizina
nos pacientes geriátricos. Entretanto, é de conhecimento que pacientes geriátricos
exibem aumento da sensibilidade aos anticolinérgicos, que são
farmacologicamente relacionados à meclizina. Entretanto, constipação, secura de
boca, e retenção urinária (especialmente em homens) são mais prováveis de
ocorrer em pacientes idosos.
9. Interações medicamentosas:
Álcool e medicamentos depressores do sistema nervoso central: o uso
concomitante com a meclizina pode potencializar os efeitos de depressão do
sistema nervoso central destes medicamentos ou da meclizina.
Anticolinérgicos e medicamentos com atividade anticolinérgica: o uso
concomitante com a meclizina pode potencializar os efeitos anticolinérgicos.
Apomorfina: a administração prévia de meclizina pode diminuir a resposta
emética da apomorfina.
10. Reações Adversas:
A reação adversa de incidência mais freqüente é a sonolência. As reações adversas
de incidência menos freqüente ou rara são visão borrosa, secura de boca, de nariz
e de garganta.
Efeitos adversos de fato atribuíveis à piridoxina isoladamente são raramente
relatados; como queixas de acidez estomacal, indigestão e náuseas só descritas
com doses de 150 a 200 mg/dia, embora haja relato de neuropatias periféricas
com a ingestão de 200 mg/dia por mais de 30 dias.
ATENÇÃO: Este produto é um novo medicamento e, embora as pesquisas
tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização,
podem ocorrer efeitos indesejáveis não conhecidos. Se isto ocorrer, o
médico responsável deve ser comunicado.
11. Superdose:
Em caso de superdose acidental, consultar o médico imediatamente.
Conduta na Superdose: na eventualidade da ingestão de doses muito acima das
preconizadas, recomenda-se adotar as medidas habituais de controle das funções
vitais como nível de consciência, pressão arterial, freqüência cardíaca e
respiratória.
12. Armazenagem:
MECLIN deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC), ao
abrigo da umidade e protegido da luz.
Reg. MS nº 1.0118.0165
Farmacêutico Responsável: Dr. Eduardo Sérgio Medeiros Magliano
CRF SP nº 7179
APSEN FARMACÊUTICA S/A
Rua La Paz, nº 37/67 São Paulo ? SP
CNPJ 62.462.015/0001-29
INDÚSTRIA BRASILEIRA
Centro de Atendimento ao Consumidor
0800 16 5678
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

ISTO É UM MEDICAMENTO, NÃO USE SEM PREESCRIÇÃO MÉDICA E ORIENTAÇÃO DO FARMACÊUTICO. AO PERSISTIREM OS SINTOMAS O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.

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