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FORASEQ 12+200MCG CAIXA 60+60 CÁPSULAS

NOVARTIS

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Foraseq 12+200mcg caixa 60+60 cápsulas -  Novartis

Principal Indicação

  • É indicado no tratamento regular da asma.

Ficha Técnica

Nome do Produto: FORASEQ

SKU: 1968

Código EAN: 7896261005570

Registro Ministério da Saúde: 1006801560041

Princípio Ativo: FUMARATO DE FORMOTEROL+BUDESONIDA

Fabricante: NOVARTIS (NOVARTIS BIOCIENCIAS S.A.)

SAC Fabricante: 0800-888-3003

E-mail Fabricante: SIC.NOVARTIS@NOVARTIS.COM

de R$ 115,56 por R$ 57,78

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Foraseq

Quais as indicações de Foraseq?

Foraseq é indicado para tratamento regular de asma.

Quais as contraindicações de Foraseq?

Foraseq não deve ser usado por crianças menores de 6 anos, por pessoas com tuberculose pulmonar ativa e com alergia a budesonida, ao formoterol ou outros excipientes do produto.

Quais as reações adversas de Foraseq?

Graves crises de asma, chiado, tosse, dificuldade de respirar, reações alérgicas, rash, coceira, inchaço facial, fraqueza muscular, espasmo muscular, ritmo cardíaco anormal, batimento cardíaco irregular, dor de cabeça, palpitações, tremor,agitação, dificuldade para dormir, ansiedade, nervosismo, tontura, dores musculares, aceleração do batimento do coração, câimbras, irritação da garganta, náusea, sede excessiva, alteração do paladar, inchaço das mãos, tornozelos e pés, eliminação da urina frequente, cansaço.

Qual a posologia de Foraseq?

Crianças com mais de 5 anos: 1 cápsula duas vezes ao dia. Adultos: 1 a 2 cápsulas também 2 vezes por dia.

Foraseq pode ser usado na gravidez?

A droga pode inibir o trabalho de parto e é contraindicada na gestação.

Foraseq pode ser usado na lactação?

Interrompa o aleitamento se necessitar utilizar Foraseq.

Quais as condições de armazenamento de Foraseq?

O medicamento pode ser conservado por 12 meses em temperatura ambiente (15º a 30º).



FORASEQ

fumarato de formoterol diidratado

budesonida

Forma farmacêutica e apresentações

Cápsula contendo pó seco para inalação.

Tratamento 1: cápsula contendo 12 microgramas de fumarato de formoterol diidratado

micronizado para inalação.

Tratamento 2: cápsula contendo 200 ou 400 microgramas de budesonida para inalação.

Embalagens com 60 cápsulas de fumarato de formoterol diidratado + 60 cápsulas de budesonida

e um inalador.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO (CRIANÇAS ACIMA DE 6 ANOS DE IDADE)

Composição

Tratamento 1: cada cápsula com pó para inalação contém: 12 microgramas de fumarato de

formoterol diidratado.

Excipiente: lactose.

Tratamento 2: cada cápsula com pó para inalação contém: 200 microgramas ou 400 microgramas

de budesonida.

Excipiente: lactose.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

Ação esperada do medicamento: FORASEQ contém cápsulas de formoterol, que tem ação

broncodilatadora e cápsulas de budesonida que tem ação na redução da inflamação das vias aéreas

dos pulmões. O uso seqüencial de um broncodilatador com início de ação imediata e um esteróide

promove aumento da deposição do esteróide nas vias aéreas e conseqüente melhora do controle da

asma. O tratamento deve ser seguido regularmente mesmo após o desaparecimento dos sintomas,

sempre seguindo a orientação médica.

Cuidados de armazenamento: FORASEQ pode ser conservado por um período de até 12

meses em geladeira (entre 2°C e 8°C) seguido por um período de 12 meses em temperatura

ambiente (entre 15°C e 30°C) mantendo seus padrões de qualidade.

O medicamento é conservado sob refrigeração (entre 2°C e 8°C) do momento da fabricação até a

saída do medicamento do depósito da Novartis Biociências S.A. Após a saída do medicamento

deste depósito, o medicamento é conservado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C) por no

máximo 12 meses. A data de utilização, que será de 12 meses a partir da data da saída do

medicamento do depósito da Novartis, será impressa no cartucho, garantindo o período correto de

uso.

Portanto, você deve conservar o medicamento em temperatura ambiente e utilizar até a data de

utilização impressa no cartucho no campo “Utilizar o medicamento até”, mesmo que a data de

validade seja superior.

Prazo de validade: A data de validade está impressa no cartucho bem como a data de utilização, no

campo “Utilizar o medicamento até”. Não usar o produto após a data de utilização, mesmo que a

data de validade seja superior.

Gravidez e lactação: Informe seu médico se você está grávida ou pretende engravidar. Informe ao

seu médico sobre a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. O

formoterol e a budesonida não devem ser utilizados durante a gravidez, a menos que seu médico o

indique. Seu médico discutirá com você os potenciais riscos de utilizar FORASEQ durante a

gravidez. Informe ao seu médico se está amamentando. Mães que estejam fazendo uso de

formoterol não devem amamentar.

Cuidados de administração: Antes de inalar o medicamento, leia atentamente estas instruções,

pois elas contêm informações importantes sobre o produto. Em caso de dúvida, peça orientação ao

seu médico.

Para assegurar uma administração adequada, o paciente deve ser informado sobre como usar

adequadamente o inalador pelo médico ou por outro profissional de saúde.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do

tratamento. As cápsulas só devem ser retiradas do blíster imediatamente antes do uso.

As cápsulas não podem ser ingeridas: elas devem ser utilizadas somente com o tipo de inalador

fornecido na embalagem. Se você esquecer de administrar uma dose, faça-o assim que você se

lembrar. Caso esteja perto do horário da próxima dose, não administre uma dose dobrada para

compensar aquela que você se esqueceu; volte para seu esquema de tratamento habitual. Se você

tiver acidentalmente usado uma dose maior de formoterol que a prescrita por seu médico, você pode

se sentir enjoado ou vomitar, ou ter tremores, dor de cabeça, aceleração do batimento cardíaco ou

sonolência. Avise imediatamente seu médico ou vá para um pronto-socorro. Você pode precisar de

atenção médica. Leve a embalagem do medicamento com você.

Como usar as cápsulas com o inalador

Atenção: Não engolir as cápsulas. Usar exclusivamente para inalação.

O inalador é composto pelas seguintes partes:

1. uma capa para proteger o bocal;

2. a base que permite uma liberação adequada do medicamento da cápsula;

A base consiste em:

3. bocal;

4. compartimento para a cápsula;

5. botões com “asas” laterais projetadas e pinos em cada lado;

6. um canal de passagem do ar.

Para usar o inalador, proceda do seguinte modo:

1 - Retire a tampa do inalador.

2 – Abra o compartimento da cápsula, segurando firmemente a base do inalador e girando o bocal

na direção indicada pela seta.

3 – Assegure que seus dedos estejam completamente secos. Retire uma cápsula de formoterol

(Tratamento 1) do blíster apenas imediatamente antes do seu uso e coloque-a no fundo do

compartimento da cápsula.

Atenção: Não coloque a cápsula no bocal!

4 - Feche o compartimento da cápsula, voltando o bocal até que você escute um “click”.

5 – Para liberar o pó da cápsula:

• Segure o inalador na posição vertical com o bocal para cima;

• Pressione firme e simultaneamente os botões para romper a cápsula. Em seguida, solte os

botões. Faça isso apenas uma vez.

Obs: Neste passo, a cápsula pode partir-se em pequenos fragmentos de gelatina que podem atingir

sua boca ou a garganta. No entanto, a gelatina é comestível e, portanto, não é prejudicial. Não

perfure a cápsula mais de uma vez. Se os botões travarem, puxe-os de volta a sua posição inicial

com ajuda das “asas” laterais.

6 - Expire o máximo possível.

7- Para inalar seu medicamento profundamente para suas vias aéreas:

• Coloque o bocal do inalador na boca e incline levemente sua cabeça para trás;

• Feche firmemente os lábios ao redor dele;

• Inspire, pela boca, de maneira rápida e o mais profundamente possível.

Obs: Você deve ouvir um som de vibração, como se a cápsula girasse no espaço superior ao

compartimento da cápsula. Se não ouvir esse ruído, abra o compartimento da cápsula e verifique se

a cápsula está desprendida. Caso a cápsula esteja presa, abra o inalador, vire-o de cabeça para

baixo, bata levemente no seu fundo e, em seguida, repita o passo 7.

NÃO TENTE DESPRENDER A CÁPSULA apertando repetidamente os botões.

8 – Após inspirar através do inalador, segure sua respiração pelo maior tempo que você

confortavelmente conseguir; enquanto isso retire o inalador da boca. Em seguida, expire pelo nariz.

Abra o compartimento da cápsula e verifique se ainda há resíduo de pó na cápsula. Se ainda restar

pó na cápsula, repita os passos de 6 a 8.

Obs.: Caso seu médico tenha recomendado o uso de 2 cápsulas (24 microgramas) de formoterol

(Tratamento 1), repita os passos de 3 a 8. NUNCA COLOQUE DUAS CÁPSULAS NO

INALADOR AO MESMO TEMPO.

9 - Aguarde pelo menos 1 minuto.

10 –Repita os passos de 3 a 8, agora utilizando 1 cápsula de budesonida (Tratamento 2).

Obs.: Caso seu médico tenha recomendado o uso de 2 cápsulas de budesonida (Tratamento 2),

repita o passo 10. NUNCA COLOQUE DUAS CÁPSULAS NO INALADOR AO MESMO

TEMPO.

11 - Após o uso de todo o pó, abra o compartimento da cápsula (veja passo 2). Remova a cápsula

vazia e utilize um pano seco ou uma escova macia para remover qualquer pó que por ventura

restou.

Obs.: não utilize água para limpar o inalador.

12 - Feche o bocal e recoloque a tampa.

Enxágue bem a sua boca com água, sem engolir, após a administração do medicamento. Este

procedimento reduzirá a probabilidade de desenvolvimento de placas por infecção fúngica

(Candida albicans) na boca.

Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Reações adversas: Como todos os medicamentos, FORASEQ pode causar alguns efeitos adversos,

embora não ocorram em todos os pacientes.

fumarato de formoterol diidratado - Em alguns estudos clínicos com formoterol, graves crises de

asma foram observadas (aumento grave na falta de ar, tosse, chiado ou aperto no peito, que podem

resultar em hospitalização). Informe imediatamente seu médico caso você tenha broncoespasmo

com chiado ou tosse e dificuldade de respirar (efeitos incomuns, afetam menos de 1 em cada 100

pacientes) ou tenha reações alérgicas, como, por exemplo, sensação de estar com a pressão baixa,

desenvolver rash, ou experimentar coceira ou inchaço facial, sinta sintomas de fraqueza muscular,

espasmo muscular ou ritmo cardíaco anormal (isto pode significar que você tem um baixo nível de

potássio no sangue) ou tenha batimento cardíaco irregular. Estes efeitos graves são muito raros (

afetam menos de 1 em cada 10.000 pacientes).

Outros efeitos: Comuns (afetam de 1 a 10 em cada 100 pacientes): dor de cabeça, tremor,

palpitações. Incomuns (afetam menos de 1 em cada 100 pacientes): agitação, ansiedade,

nervosismo, dificuldade para dormir, tontura, aceleração do batimento do coração, irritação da

garganta, cãibras e dores musculares. Muito raros (afetam menos de 1 em cada 10.000 pacientes):

náusea, alteração do paladar, inchaço das mãos, tornozelos e pés, sede excessiva, eliminação da

urina frequente e cansaço por um longo período (uma possível indicação de alta concentração de

açúcar no sangue).

budesonida - Alguns efeitos podem ser raros, porém graves (afetam entre 1 e 10 em cada 10.000

pacientes).

- Se você apresentar dificuldade em respirar com chiado ou tosse;

- Se você apresentar graves reações alérgicas de pele com erupção cutânea, coceira, urticária,

dificuldade em respirar ou engolir, vertigem e/ou inchaço da face ou garganta;

- Se você desenvolver fraqueza extrema, perda de peso, náusea e diarréia persistente; estes podem

ser sintomas de uma diminuição da atividade da glândula adrenal;

- Se você desenvolver ganho de peso, face em formato de lua, fraqueza e/ou obesidade abdominal;

estes podem ser sintomas de um distúrbio hormonal chamado de Síndrome de Cushing;

- Se você apresentar visão borrada ou alterada (visão turva ou pressão aumentada no olho).

Alguns desses efeitos desaparecem no decorrer do tratamento. Informe ao seu médico sobre o

aparecimento de reações desagradáveis.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias: Informe ao seu médico sobre qualquer

medicamento que esteja usando antes do início ou durante o tratamento, mesmo se o medicamento

foi obtido sem prescrição médica. Isto é particularmente importante caso você esteja fazendo uso de

algum dos seguintes medicamentos:

- Inibidores da monoaminoxidase (iMAO) ou antidepressivos tricíclicos, os quais são

medicamentos usados no tratamento da depressão e distúrbios de humor;

- Agentes simpatomiméticos, os quais são medicamentos como a adrenalina, usados no

tratamento da asma e da congestão nasal;

- Antihistamínicos, medicamentos usados na prevenção ou no tratamento dos sintomas da

resposta alérgica;

- Esteróides, medicamentos usados no tratamento da asma e outras doenças inflamatórias;

- Diuréticos, medicamentos usados no tratamento de edema (retenção de líquido), insuficiência

cardíaca e pressão alta;

- Beta-bloqueadores, medicamentos usados para o tratamento de pressão alta, insuficiência

cardíaca, angina, ansiedade, ritmo cardíaco anormal. Certos colírios usados para o tratamento de

glaucoma podem conter beta-bloqueadores;

- quinidina, disopiramida e procainamida , medicamentos utilizados no tratamento do ritmo

cardíaco anormal;

- Derivados de fenotiazinas, os quais são um grupo de medicamentos que controlam desordens

mentais como esquizofrenia, mania, condições psicóticas e ansiedade;

- Digitálicos, medicamentos utilizados no tratamento de insuficiência cardíaca e ritmo cardíaco

anormal;

- Derivados de xantina, uma classe de medicamentos utilizados no tratamento da asma e doenças

obstrutivas crônicas das vias aéreas.

- - alguns medicamentos utilizados para o tratamento de infecções (por ex., itraconazol,

cetoconazol, claritromicina, rifampicina)

- - alguns medicamentos utilizados no tratamento de HIV (por ex., ritonavir, nelfinavir)

- - alguns medicamentos utilizados no tratamento de arritmias cardíacas (por ex., amiodarona)

Se você estiver utilizando qualquer um dos medicamentos citados, seu médico deverá alterar a dose

ou você deverá tomar outras precauções.

Contra-indicações e precauções: O uso de FORASEQ é contra-indicado a pacientes com alergia

conhecida (hipersensibilidade) à budesonida e/ou formoterol ou à lactose. A budesonida também é

contra-indicada em pacientes com ou que sofreram de tuberculose pulmonar.

Caso qualquer uma das condições acima se aplique a você, não utilize este medicamento e entre em

contato com seu médico.

Este medicamento contém lactose (açúcar do leite). Se você tiver intolerância grave à lactose,

informe seu médico antes de utilizar budesonida e/ou formoterol.

FORASEQ não deve ser utilizado por crianças com menos de 6 anos de idade.

Se uma criança estiver utilizando um corticóide inalatório em altas doses por um longo período de

tempo, o médico irá monitorar a altura da criança como parte do check-up regular.

Tenha cuidado especial com budesonida:

- Caso você esteja utilizando outro medicamento corticosteróide.

- Se sofrer de algum outro problema respiratório que não seja asma.

Caso qualquer uma das condições se aplique a você, informe seu médico antes de utilizar

budesonida.

- Se você desenvolver uma infecção de pulmão ou de via respiratória durante o tratamento com

budesonida. Os sintomas podem incluir piora da tosse, febre ou secreções das vias respiratórias.

- Se você apresentar dificuldade de respirar com chiado ou tosse após o uso de budesonida.

- Se você apresentar erupção cutânea, coceira, urticária, dificuldade de respirar ou engolir, vertigem

ou inchaço da face e garganta durante o tratamento com budesonida.

- Se você apresentar alteração de peso, fraqueza, obesidade abdominal, náusea ou diarréia

persistente durante o tratamento com budesonida.

- Se você apresentar visão borrada ou alterada durante o tratamento com budesonida.

Se você desenvolver qualquer um dos sintomas acima, informe imediatamente seu médico.

Outras advertências:

- Não engula as cápsulas – elas devem apenas ser utilizadas com o inalador Aerolizer.

- Você não deve tentar inalar as cápsulas com um inalador diferente.

- Se você perceber que seu chiado ou a falta de ar estiver piorando, informe seu médico.

- Não utilize budesonida para tratar um ataque repentino de falta de ar. Você receberá um outro

medicamento para isso.

- Não interrompa a terapia com antiinflamatório oral repentinamente. Caso você tenha sido mantido

em terapia com antiinflamatório oral por um longo período de tempo, seu médico deverá reduzir

gradualmente a dose deste à medida que budesonida é introduzida.

- Você deve manter disponível um broncodilatador de curta duração inalatório (como albuterol ou

salbutamol) caso seja necessário aliviar os sintomas da asma.

- Seu médico pode conduzir testes para avaliar a função da glândula adrenal de tempos em tempos.

As cápsulas de pó para inalação de FORASEQ são adequadas para crianças acima de seis anos de

idade, desde que estas possam usar o inalador corretamente, contando com a ajuda de um adulto

(ver “Como Usar as Cápsulas com o Inalador”). FORASEQ é também adequado para pacientes

idosos. Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando antes do início ou

durante o tratamento, e se você sofre de alguma doença do coração, se tem hipertireoidismo, se

você tem algum distúrbio do coração, como um sinal elétrico anormal chamado “prolongamento do

intervalo QT” ou se você é diabético. Informe imediatamente seu médico caso você tenha a

impressão que o efeito de FORASEQ esteja muito forte ou muito fraco, ou caso sua condição de

respiração piore durante a administração de FORASEQ.

O formoterol (Tratamento 1) pertence à classe dos medicamentos chamados beta2-agonistas de

longa duração (LABAs). Um grande estudo realizado com um LABA diferente (salmeterol)

demonstrou um aumento no risco de morte por asma. Não foi realizado um estudo para saber se este

efeito também se aplica ao formoterol. Fale com seu médico sobre esse risco e os benefícios do

tratamento da asma com o formoterol.

Quando fizer uso de formoterol, não utilize outra medicação que contenha beta2-agonista de longa

duração, como o salmeterol.

No tratamento da asma, o formoterol só deve ser usado como terapia adicional para pacientes sem

controle adequado com outro medicamento de controle da asma (por exemplo, doses baixas ou

intermediárias de corticóides inalatórios) ou pacientes cuja gravidade da doença indique o

tratamento com dois medicamentos, incluindo formoterol.

Em alguns estudos clínicos com formoterol, graves crises de asma foram observadas.

O início do tratamento ou aumento da dose de formoterol não deverão ser utilizados para o

tratamento de uma exacerbação de asma, estando somente indicados como doses adicionais à

terapia de manutenção. Se você tiver asma, não use formoterol para o alívio de chiado repentino.

Sempre tenha um medicamento beta2-agonista de curta duração (um inalador de resgate como o

salbutamol) para tratar os sintomas repentinos da asma.

A terapia com formoterol pode conduzir a um nível baixo de potássio no sangue. Isso pode fazer

com que você seja mais suscetível à arritmia cardíaca. Portanto, seu médico deve monitorar seu

nível sangüíneo de potássio, especialmente se você tiver asma grave.

Em alguns pacientes, o formoterol pode causar tontura, caso isto ocorra, você não deve dirigir,

utilizar máquinas ou realizar qualquer atividade que requeira atenção.

Caso você esteja utilizando outro medicamento corticóide ou sofra de algum outro problema

respiratório que não seja asma, informe seu médico antes de utilizar FORASEQ.

Não interrompa a terapia com corticóide oral abruptamente. Caso você tenha sido mantido em

terapia com corticóide oral por um longo período de tempo, seu médico deverá reduzir a dose deste

à medida que FORASEQ é introduzido.

Seu médico pode conduzir testes para avaliar a função da glândula adrenal de tempos em tempos.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER

PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

fumarato de formoterol diidratado

Farmacodinâmica

Grupo farmacoterapêutico: agonista seletivo beta2-adrenérgico, código ATC: R03AC13.

O formoterol é um potente estimulante seletivo beta2-adrenérgico. Exerce efeito broncodilatador em

pacientes com obstrução reversível das vias aéreas. O efeito inicia-se rapidamente (em 1 a 3

minutos), permanecendo ainda significativo 12 horas após a inalação. Com as doses terapêuticas, os

efeitos cardiovasculares são pequenos e ocorrem apenas ocasionalmente.

O formoterol inibe a liberação de histamina e dos leucotrienos do pulmão humano sensibilizado

passivamente. Algumas propriedades antiinflamatórias, tais como inibição de edema e do acúmulo

de células inflamatórias, têm sido observadas em experimentos com animais.

Estudos in vitro em traquéia de cobaia indicaram que o formoterol racêmico e seus enantiômeros

(R, R)- e (S, S)- são adrenoreceptores beta2-agonistas altamente seletivos. O enantiômero (S, S)- foi

800 a 1.000 vezes menos potente que o enantiômero (R, R)- e não afetou a atividade deste no

músculo liso da traquéia. Nenhuma base farmacológica para o uso de um dos dois enantiômeros em

preferência à mistura racêmica foi demonstrada.

No homem, tem-se demonstrado que formoterol é eficaz na prevenção do broncoespasmo

induzido por alérgenos inalados, exercícios, ar frio, histamina ou metacolina.

O formoterol administrado pelo inalador em doses de 12 microgramas e 24 microgramas, duas

vezes ao dia, exibiu um rápido início da broncodilatação em pacientes com doença pulmonar

obstrutiva crônica (DPOC) estável, a qual foi mantida por no mínimo 12 horas e foi

acompanhada por uma melhora subjetiva em termos de qualidade de vida, usando-se o “Saint

George’s Respiratory Questionnaire”.

Farmacocinética

O formoterol tem uma dose terapêutica na faixa de 12 a 24 microgramas, duas vezes ao dia. Dados

de farmacocinética plasmática do formoterol foram coletados em voluntários sadios após inalação

de doses mais altas que as recomendadas e em pacientes com DPOC após inalação de doses

terapêuticas. A excreção urinária de formoterol inalterado, utilizada como indicador indireto da

exposição sistêmica, correlaciona-se com os dados de disposição do fármaco no plasma. As meiavidas

de eliminação calculadas para urina e plasma são similares.

Absorção

Após inalação de uma dose única de 120 microgramas de fumarato de formoterol diidratado por

voluntários sadios, formoterol foi rapidamente absorvido para o plasma, atingindo a concentração

máxima de 266 pmol/L em 5 min após a inalação. Em pacientes com DPOC tratados por 12

semanas com 12 ou 24 microgramas de fumarato de formoterol diidratado, duas vezes ao dia, a

média da concentração plasmática de formoterol extendeu-se entre 11,5 e 25,7 pmol/L e 23,3 e 50,3

pmol/L, respectivamente, 10 min, 2 horas e 6 horas após a inalação.

Estudos investigativos da excreção urinária cumulativa de formoterol e/ou seus enantiômeros (R,

R)- e (S, S)- mostrou que a quantidade de formoterol disponível na circulação aumenta em

proporção à dose inalada (12 a 96 microgramas).

Após inalação de 12 ou 24 microgramas de fumarato de formoterol diidratado, duas vezes ao dia

durante 12 semanas, a excreção urinária de formoterol inalterado aumentou entre 63 e 73% (última

vs. primeira dose), em pacientes com asma, e entre 19 e 38% em pacientes com DPOC. Isto sugere

um acúmulo limitado de formoterol no plasma com doses múltiplas. Não houve acúmulo relativo de

um enantiômero em relação ao outro após doses repetidas.

Como relatado para outros fármacos inalados, é provável que a maioria do formoterol administrado

pelo inalador seja ingerido e, em seguida, absorvido pelo trato gastrintestinal. Quando 80

microgramas de fumarato de formoterol diidratado 3H-marcado foi administrado oralmente a 2

voluntários sadios, pelo menos 65% do fármaco foi absorvido.

Distribuição

A ligação do formoterol às proteínas plasmáticas foi de 61 a 64%, e a ligação à albumina humana

sérica foi 34%.

Não há saturação dos sítios de ligação na extensão da concentração alcançada com doses

terapêuticas.

Biotransformação

O formoterol é eliminado principalmente pelo metabolismo, sendo a glicuronidação direta a

principal via de biotransformação. A o-demetilação seguida de glicuronidação é outra via. Outras

vias de menor importância, envolvem sulfato conjugação do formoterol e deformilação seguida de

sulfato conjugação. Isoenzimas múltiplas catalisam a glicuronidação (UGT1A1, 1A3, 1A6, 1A7,

1A8, 1A9, 1A10, 2B7 e 2B15) e o-demetilação (CYP2D6, 2C19, 2C9 e 2A6) do formoterol,

sugerindo um baixo potencial para interações fármaco-fármaco, apesar da inibição de uma

isoenzima específica envolvida no metabolismo do formoterol. O formoterol não inibe isoenzimas

do citocromo P450 em concentrações terapeuticamente relevantes.

Eliminação

Em pacientes asmáticos e com DPOC tratados por 12 semanas com 12 ou 24 microgramas de

fumarato de formoterol diidratado, duas vezes por dia, aproximadamente 10% e 7% da dose de

formoterol inalterado é recuperado na urina, respectivamente. Os enantiômeros (R, R)- e (S, S)-

contabilizaram, respectivamente, 40% e 60% da recuperação urinária de formoterol, após doses

únicas (12 a 120 microgramas) em voluntários sadios e após doses únicas e repetidas em pacientes

com asma.

O fármaco e seus metabólitos foram completamente eliminados do organismo, sendo

aproximadamente dois terços de uma dose oral excretada na urina e um terço nas fezes. O clearance

(depuração) renal do formoterol foi de 150 mL/min.

Em voluntários sadios, a meia-vida de eliminação terminal do formoterol no plasma, após inalação

de uma dose única de 120 microgramas de fumarato de formoterol diidratado, foi 10 horas e as

meia-vidas de eliminação dos enantiômeros (R, R)- e (S, S)-, sendo derivados das taxas de excreção

urinária, foram 13,9 e 12,3 horas, respectivamente.

Populações especiais

Sexo: após correção do peso corpóreo, a farmacocinética de formoterol não diferiu

significativamente entre homens e mulheres.

Idosos: a farmacocinética de formoterol não foi estudada em idosos.

Crianças: em um estudo em crianças entre 5 e 12 anos de idade com asma, nas quais se administrou

12 ou 24 microgramas de fumarato de formoterol diidratado, duas vezes ao dia por inalação,

durante 12 semanas, a excreção urinária de formoterol inalterado aumentou entre 18 e 84%, quando

comparado a quantidades medidas após a primeira dose. Acúmulo em crianças não excedeu ao dos

adultos, onde o aumento foi entre 63 e 73% (veja acima). Nas crianças estudadas, aproximadamente

6% da dose foi recuperada como formoterol inalterado na urina.

Insuficiência hepática/renal: a farmacocinética de formoterol não foi estudada em pacientes com

doença hepática ou renal.

budesonida

Farmacodinâmica

Grupo farmacoterapêutico: glicocorticóides, código ATC R03B A02.

A budesonida é um corticóide com ação tópica acentuada, mas praticamente desprovido de ação

sistêmica no ser humano. Quando utilizado como cápsulas para inalação por pacientes que se

beneficiam da terapia com corticóide, pode ocasionar o controle da asma geralmente dentro de 10

dias após o início do tratamento. O uso regular da budesonida reduz a inflamação crônica dos

pulmões asmáticos. Deste modo, budesonida melhora a função pulmonar e os sintomas da asma,

reduz a hiper-reatividade brônquica e previne as exacerbações da asma.

Farmacocinética

Absorção

A quantidade de budesonida depositada nos pulmões é rápida e completamente absorvida. O pico

de concentração plasmática é atingido imediatamente após a administração. Após correção da dose

depositada na orofaringe, a biodisponibilidade absoluta é de 73%. A biodisponibilidade absoluta da

budesonida por via oral é de aproximadamente 10%.

Distribuição

O volume de distribuição da budesonida é de cerca de 300 L. Em experimentos com animais foram

observadas altas concentrações no baço e nas glândulas linfáticas, no timo, no córtex da adrenal,

nos órgãos reprodutivos e nos brônquios. A budesonida atravessa a barreira placentária em

camundongos. Não se sabe se passa para o leite materno.

Biotransformação

A budesonida não é metabolizada nos pulmões. Após a absorção, é metabolizada no fígado,

originando vários metabólitos inativos, inclusive 6-beta-hidroxi-budesonida e 16-alfahidroxiprednisolona.

O clearance é de 84 L/h, com meia-vida plasmática curta de 2,8 horas.

A principal via de metabolização da budesonida é a via CYP3A4 e pode ser afetada por inibidores

ou indutores conhecidos desta enzima (vide “Interações medicamentosas”).

Eliminação

Após a inalação, 32% da dose absorvida é recuperada na urina e 15% nas fezes.

Dados de segurança pré-clínicos

fumarato de formoterol diidratado

Mutagenicidade

Foram conduzidos testes de mutagenicidade cobrindo uma ampla faixa de parâmetros. Não foi

encontrado efeito genotóxico em qualquer dos testes efetuados in vitro ou in vivo.

Carcinogenicidade

Estudos de dois anos em ratos e camundongos não indicaram qualquer potencial carcinogênico.

Camundongos machos tratados com níveis de dosagem bastante altos demonstraram uma incidência

ligeiramente maior de tumor benigno de célula subcapsular adrenal. Entretanto, o mesmo não foi

observado em um segundo estudo de alimentação para camundongos, no qual alterações patológicas

com altas doses consistiram em um aumento da incidência de ambos os tumores benignos de

músculo liso no trato genital das fêmeas e tumores de fígado em ambos os sexos. Tumores de

músculo liso são efeitos conhecidos de beta-agonistas quando administrados em altas doses em

roedores.

Dois estudos em ratos, com diferentes faixas de dosagem, demonstraram um aumento de

leiomiomas mesovarianos. Esses neoplasmas benignos são tipicamente associados, em tratamentos

prolongados de ratos, com altas dosagens de fármacos beta2-adrenérgicos. Um aumento na

incidência de cistos ovarianos e células tumorais benignas da teca e da granulosa foi também

observado; são conhecidos os efeitos dos beta-agonistas em ovário de ratas, sendo os mesmos

específicos de roedores. Alguns outros tipos de tumores observados no primeiro estudo com altas

dosagens estavam de acordo com a incidência do controle histórico da população e não foram

observados no ensaio de doses menores.

Nenhuma das incidências de tumores aumentou a uma extensão estatisticamente significativa na

dose mais baixa do segundo estudo com ratos, dose esta que levou a uma exposição sistêmica 10

vezes maior do que a esperada com a dosagem máxima recomendada de formoterol em humanos.

Baseando-se nas conclusões dos estudos e na ausência de potencial mutagênico, conclui-se que o

uso de formoterol em doses terapêuticas não apresenta risco carcinogênico.

Toxicidade sobre a reprodução

Testes em animais não demonstraram potencial teratogênico. Após administração oral, o formoterol

foi excretado no leite de ratas lactantes.

budesonida

Toxicidade aguda da budesonida é considerada baixa. Dados pré-clínicos de estudos com doses

tóxicas repetidas, assim como de sensibilização da pele, estudos de mutagenicidade e

carcinogenicidade com budesonida revelaram não haver riscos específicos para humanos nas doses

terapêuticas pretendidas.

Os efeitos na viabilidade de filhotes e toxicidade materna de budesonida em ratos e seu potencial

teratogênico e retardo do crescimento, e morte fetal em coelhos foram reconhecidos como o

potencial teratogênico de glicocorticóides em animais. Não há evidências de que a budesonida

tenha qualquer efeito de teratogenicidade e toxicidade reprodutiva em humanos (vide “Gravidez e

lactação”).

Indicação

fumarato de formoterol diidratado (tratamento 1): é indicado para profilaxia e tratamento de

broncoconstrição em pacientes com asma como terapia adicional aos glicocorticóides inalatórios

(vide “Precauções e advertências”). Profilaxia de broncoespasmo induzido por alérgenos inalados,

ar frio ou exercício. Profilaxia e tratamento de broncoconstrição em pacientes com doença

pulmonar obstrutiva crônica reversível ou irreversível, incluindo bronquite crônica e enfisema. O

formoterol mostrou aumentar a qualidade de vida nos pacientes com DPOC.

budesonida (tratamento 2): é indicado para asma brônquica. Quando inalada, a budesonida tem uma

ação antiinflamatória local nos pulmões, com um efeito corticóide sistêmico mínimo.

Contra-indicações

Hipersensibilidade conhecida ao formoterol e/ou a budesonida ou a qualquer outro componente

das formulações.

A budesonida é também contra-indicada em pacientes com tuberculose pulmonar ativa.

FORASEQ não é recomendado a crianças com menos de seis anos de idade.

Precauções e advertências

fumarato de formoterol diidratado

O formoterol pertence à classe dos beta2-agonistas adrenérgicos de longa duração. Em um estudo

com salmeterol, outro beta2-agonista de longa duração, uma maior taxa de mortes devido à asma

foi observada em pacientes com salmeterol (13/1376) quando comparado com o grupo placebo

(3/1379). Não foram realizados estudos adequados que determinem se a taxa de mortes

relacionadas à asma seja aumentada com o formoterol.

- Dose recomendada

A dose recomendada de formoterol deve ser adequada de acordo com as necessidades individuais

de cada paciente e deve ser a menor possível, para atingir o objetivo terapêutico. Não deve-se

aumentar a dose mais que a máxima recomendada (vide “Posologia e método de administração”).

- Terapia antiinflamatória

O formoterol não deve ser utilizado concomitantemente com outro beta2-agonista de longa

duração.

No tratamento de pacientes com asma, deve-se utilizar formoterol somente como terapia adicional

para os pacientes não controlados adequadamente com outro medicamento de controle da asma

(por ex. doses baixas ou intermediárias de corticóides inalatórios) ou em que a gravidade da

doença justifique o início de tratamento com duas terapias de manutenção, incluindo formoterol.

Em pacientes que não estejam recebendo terapia antiinflamatória, esta deve ser iniciada ao

mesmo tempo que formoterol. Quando o formoterol for prescrito, o paciente deve ser avaliado

para adequação da terapia antiinflamatória a receber. Os pacientes devem ser alertados a

manter inalterada a terapia antiinflamatória após a introdução do formoterol, mesmo quando os

sintomas melhorarem.

Uma vez controlados os sintomas da asma, considerações podem ser feitas para a redução

gradual da dose de formoterol. O monitoramento regular dos pacientes enquanto o tratamento é

reduzido é importante. A menor dose efetiva de formoterol deve ser usada.

- Exacerbações da asma

Estudos clínicos com formoterol sugeriram uma maior incidência de exacerbações graves de asma

em pacientes que receberam formoterol quando comparado com aqueles que receberam placebo

(vide “Reações adversas”). Esses estudos não permitem uma quantificação precisa das diferenças

das taxas de exacerbações graves de asma entre os grupos de tratamento.

Caso os sintomas persistirem ou as doses de formoterol requeridas para o controle dos sintomas

aumentarem, o médico deve reavaliar a terapia da asma, uma vez que isso geralmente indica uma

deterioração da condição subjacente.

O início do tratamento ou aumento da dose de formoterol não deverão ser utilizados para o

tratamento de uma exacerbação de asma, estando somente indicados como doses adicionais à

terapia de manutenção.

O formoterol não deve ser utilizado para o alívio dos sintomas agudos da asma. No caso de um

ataque agudo, um beta2-agonista de curta duração deve ser utilizado. Os pacientes devem ser

informados que é necessário procurar tratamento médico imediatamente, caso sua asma

inesperadamente piorar.

- Condições concomitantes

Cuidado especial e supervisão, com ênfase particular nos limites de dosagem, são necessários em

pacientes tratados com formoterol, quando coexistirem as seguintes condições: doença cardíaca

isquêmica, arritmias cardíacas (especialmente bloqueio atrioventricular de terceiro grau),

descompensação cardíaca grave, estenose subvalvular aórtica idiopática, cardiomiopatia

obstrutiva hipertrófica, tireotoxicose, prolongamento suspeito ou conhecido do intervalo QT (QTc

> 0,44 seg; vide “Interações medicamentosas”).

Devido ao efeito hiperglicêmico dos beta2-estimulantes, incluindo o formoterol, recomenda-se

monitoramento adicional de glicose sangüínea em pacientes diabéticos.

- Hipopotassemia

Hipopotassemia potencialmente grave pode resultar da terapia com beta2-agonistas, incluindo o

formoterol. A hipopotassemia pode aumentar a suscetibilidade a arritmias cardíacas. Recomendase

cuidado especial em asma grave, já que esse efeito pode ser potencializado por hipóxia e

tratamento concomitante (vide “Interações medicamentosas”). Recomenda-se que os níveis de

potássio sérico sejam monitorizados em tais situações.

- Broncoespasmo paradoxal

Assim como em outras terapias por inalação, o potencial para broncoespasmo paradoxal deve ser

considerado. Se isso ocorrer, o medicamento deve ser imediatamente descontinuado e substituído

por terapia alternativa.

budesonida

Os pacientes devem ter conhecimento da natureza profilática do tratamento com budesonida e da

necessidade de ser administrado regularmente, mesmo quando não estiverem apresentando

sintomas. A budesonida não produz alívio do broncoespasmo agudo, nem é adequada para o

tratamento primário do estado asmático ou de outros episódios agudos de asma.

São necessários cuidados especiais em pacientes com tuberculose pulmonar latente, infecções

fúngicas e virais das vias aéreas. Deve-se ter cautela ao tratar pacientes com distúrbios

pulmonares, como bronquiectasias e pneumoconiose, em vista da possibilidade de infecções

fúngicas.

Em casos de exacerbação aguda da asma pode ser necessário um aumento na dose de budesonida

ou tratamento complementar com corticóides orais e/ou antibióticos, caso ocorra infecção, por um

curto período de tempo.

Os pacientes devem sempre ter um broncodilatador inalatório de curta duração disponível como

medicação de resgate para o alívio dos sintomas agudos da asma.

Em casos raros, tratamento inalatório pode causar broncoespasmos após administração. No caso

de broncoespasmo paradoxal, o tratamento inalatório com budesonida deve ser interrompido

imediatamente e se necessário ser substituído por outro tratamento. Broncoespasmo paradoxal

responde a um broncodilatador inalatório de rápida ação.

Os pacientes devem ser aconselhados a procurar seus médicos caso sua asma piore (freqüência

aumentada de tratamento com broncodilatador inalatório de curta duração ou sintomas

respiratórios persistentes). O paciente deve ser reavaliado e a necessidade de terapia

antiinflamatória aumentada, um aumento na dose do corticosteróide inalatório ou oral devem ser

considerados.

Efeitos sistêmicos de corticosteróides inalatórios podem ocorrer, particularmente em altas doses

prescritas por períodos prolongados. Esses efeitos são menos prováveis de ocorrer do que com

corticosteróides orais. Alguns possíveis efeitos sistêmicos incluem supressão adrenal,

hipercorticismo/síndrome de Cushing, retardo do crescimento em crianças e adolescentes,

diminuição na densidade mineral do osso, catarata e glaucoma e reações de hipersensibilidade.

Desta forma, é importante que a dose do corticosteróide inalatório seja ajustada para a menor

dose na qual o efetivo controle da asma seja mantido (vide “Reações adversas”).

É recomendado monitorar regularmente a altura da criança que recebe tratamento prolongado

com corticosteróide inalatório. Se o crescimento estiver lentificado, a terapia deve ser revisada

com o objetivo de diminuir a dose do corticosteróide inalatório, se possível, para a menor dose na

qual o efetivo controle da asma seja mantido. Adicionalmente, deve ser considerada a indicação do

paciente para um especialista respiratório pediatra. Os efeitos a longo prazo dessa redução da

velocidade de crescimento associada com corticosteróides inalatórios, incluindo o impacto na

altura adulta final, são desconhecidos. O potencial para crescimento de recuperação ou “catch

up” após a descontinuação do tratamento com corticosteróides de inalação oral não foi

adequadamente estudado.

Deve-se ter cautela quando a budesonida é co-administrada por um longo período de tempo com

um potente inibidor da CYP3A4 (por exemplo, itraconazol, cetoconazol, ritonavir, nelfinavir,

amiodarona, claritromicina) – vide “Interações medicamentosas”.

- Pacientes não dependentes de corticóides sistêmicos

Normalmente, obtém-se efeito terapêutico em 10 dias. Em pacientes com secreção brônquica

excessiva, pode-se administrar inicialmente um esquema curto adicional com corticóide oral (cerca

de 2 semanas).

- Pacientes dependentes de corticóides sistêmicos

A transição de uso dos corticóides orais para a budesonida deve ocorrer preferencialmente em

pacientes com asma estável. Uma dose alta de budesonida é dada em combinação com a dose de

corticóide oral previamente utilizada pelo paciente por pelo menos 10 dias. Após esta fase, a dose

de corticóide oral deve ser gradualmente reduzida (por exemplo, 2,5 mg de prednisolona ou

equivalente a cada mês) até a maior redução possível. O tratamento com corticóides sistêmicos

complementar ou com budesonida não deve ser suspenso abruptamente, mas gradualmente.

Uma precaução especial deve ser observada durante os primeiros meses do período de substituição

do corticóide oral pela budesonida a fim de assegurar que a reserva adrenocortical destes

pacientes seja adequada para contornar situações como trauma, cirurgias ou infecções graves,

visto que estes pacientes podem desenvolver quadro agudo de insuficiência adrenal. A função do

eixo hipotalâmico-hipofisário-adrenal deve ser monitorizada regularmente. Alguns pacientes

necessitam de uma dose extra de corticóides nessas circunstâncias; estes devem ser aconselhados a

portar um cartão descrevendo sua condição potencialmente séria. A substituição do corticóide oral

sistêmico pela budesonida pode revelar alergias previamente suprimidas pela terapia com

corticóides sistêmicos, como por exemplo, rinite alégica ou eczema e pacientes podem apresentar

letargia, dores musculares ou articulares e, às vezes, náusea e vômito. Estas alergias podem ser

tratadas adequadamente utilizando-se anti-histamínicos ou corticóides de uso local.

Precauções adicionais

Para prevenir candidíase oral, é recomendado aconselhar o paciente a enxaguar a boca com água

após cada administração. Caso esta condição evolua, na maioria dos casos, responderá a terapia

antifúngica tópica sem a descontinuação do tratamento com budesonida (vide “Reações

adversas”).

Disfonia pode acorrer, porém este desconforto é reversível e desaparece após descontinuação da

terapia ou redução da dose e/ou descanso da voz (vide “Reações adversas”).

As cápsulas contêm lactose. Este medicamento não é recomendado para pacientes com problemas

hereditários raros de intolerância a galactose, grave deficiência de lactase ou má-absorção de

glicose-galactose.

Gravidez e lactação

fumarato de formoterol diidratado

A segurança de formoterol durante a gravidez e a lactação ainda não foi estabelecida. Seu uso

durante a gravidez deve ser evitado, a não ser que não exista alternativa mais segura. Como outros

estimulantes beta2-adrenérgicos, o formoterol pode inibir o trabalho de parto, por seu efeito

relaxante na musculatura lisa uterina.

Não se sabe se o formoterol passa para o leite materno. O fármaco foi detectado no leite de ratas

lactantes. As mães em tratamento com formoterol não devem amamentar.

budesonida

Os efeitos na viabilidade de filhotes e toxicidade materna de budesonida em ratos e seu potencial

teratogênico e retardo do crescimento, e morte fetal em coelhos foram reconhecidos como o

potencial teratogênico de glicocorticóides em animais. Não há evidências de que a budesonida

tenha qualquer efeito de teratogenicidade e toxicidade reprodutiva em humanos (vide “Dados de

segurança pré-clínicos”). A administração durante a gravidez deve ser evitada; a menos que haja

razões que obriguem o seu uso. Se o tratamento com corticóides durante a gravidez for imperativo,

corticóides inalados devem ser preferidos, pois apresentam menor incidência de efeitos sistêmicos

quando comparados com doses equipotentes de corticóides orais.

Não há informação disponível sobre a passagem de budesonida para o leite materno.

Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas

fumarato de formoterol diidratado

Pacientes que tiverem tontura ou efeitos adversos similares devem ser aconselhados a evitar

dirigir ou utilizar máquinas.

budesonida

Não há dados sobre o efeito deste fármaco na habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas,

porém considera-se este efeito improvável de ocorrer.

Interações medicamentosas

fumarato de formoterol diidratado

O formoterol, como outros beta2-agonistas, deve ser administrado com cautela em pacientes

tratados com fármacos como quinidina, disopiramida, procainamida, fenotiazínicos, antihistamínicos,

inibidores de aminoxidases e antidepressivos tricíclicos ou qualquer outro fármaco

que prolongue o intervalo QTc, pois a ação dos agonistas adrenérgicos no sistema cardiovascular

pode ser potencializada por estes agentes. Os fármacos que são conhecidos por prolongar o

intervalo QTc têm um risco aumentado de arritmia ventricular (vide “Precauções e advertências”).

A administração concomitante de outros agentes simpatomiméticos pode potencializar os efeitos

não desejados de formoterol.

O tratamento concomitante com derivados xantínicos, esteróides ou diuréticos pode potencializar o

possível efeito hipopotassêmico dos beta2-agonistas (vide “Precauções e advertências”).

Os bloqueadores beta-adrenérgicos podem diminuir ou antagonizar o efeito de formoterol. Portanto,

formoterol não deve ser administrado juntamente com bloqueadores beta-adrenérgicos (inclusive

colírios), a não ser que existam razões que obriguem seu uso.

budesonida

A principal via metabólica da budesonida é via citocromo P450 (CYP) isoenzima 3A4 (CYP3A4).

A administração concomitante de inibidores conhecidos da CYP3A4 (por exemplo, itraconazol,

cetoconazol, ritonavir, nelfinavir, amiodarona, claritromicina), pode inibir o metabolismo e

aumentar a exposição sistêmica à budesonida. Se estes produtos forem administrados

concomitantemente, a função adreno-cortical deve ser monitorada e a dose de budesonida ajustada

de acordo com a resposta (vide “Advertências” e “Farmacodinâmica” ).

A administração concomitante de potentes indutores da CYP3A4 (por exemplo, rifampicina) pode

aumentar o metabolismo e diminuir a exposição à budesonida (vide “Farmacodinâmica”).

Reações adversas

fumarato de formoterol diidratado

Exacerbações graves de asma

Estudos clínicos controlados com placebo, com pelo menos 4 semanas de tratamento com

formoterol, sugerem uma maior incidência de exacerbações graves de asma em pacientes que

receberam formoterol (0,9% para 10 a 12 microgramas, duas vezes ao dia; 1,9% para 24

microgramas, duas vezes ao dia) quando comparados com aqueles que receberam placebo (0,3%).

- Experiência em pacientes adolescentes e adultos com asma

Em dois estudos pivotais controlados de 12 semanas conduzidos para o registro nos EUA com

1.095 pacientes com 12 anos e mais velhos, as exacerbações graves de asma (piora aguda da asma

resultando em hospitalização) ocorreram mais comumente com formoterol 24 microgramas, duas

vezes ao dia (9/271; 3,3%) quando comparado com formoterol 12 microgramas, duas vezes ao dia

(1/275; 0,4%), placebo (2/277; 0,7%) ou albuterol (2/272; 0,7%).

Um estudo clínico subseqüente com 2.085 pacientes foi realizado para comparar os eventos

adversos graves relacionados à asma em grupos com doses mais altas e mais baixas de formoterol.

Os resultados deste estudo de 16 semanas não demonstraram uma aparente relação de dose para o

formoterol. A porcentagem de pacientes com exacerbações graves de asma nesse estudo foi um

pouco maior com formoterol que com placebo. Para os três grupos de tratamento duplo-cego:

formoterol 24 microgramas, duas vezes ao dia (2/527; 0,4%); formoterol 12 microgramas, duas

vezes ao dia (3/527; 0,6%) e placebo (1/514; 0,2%), e para o grupo de tratamento aberto:

formoterol 12 microgramas , duas vezes ao dia, com até duas doses adicionais por dia (1/517;

0,2%).

- Experiência em crianças acima de 5 anos

A segurança de formoterol 12 microgramas, duas vezes as dia comparado a do formoterol 24

microgramas, duas vezes ao dia e placebo foi investigada em um grande estudo clínico

multicêntrico, randomizado, duplo-cego de 52 semanas, com 518 crianças com asma (de 5 a 12

anos de idade) que necessitavam de tratamento diário com broncodilatador e antiinflamatório. Um

maior número de crianças que receberam formoterol 24 microgramas, duas vezes ao dia (11/171;

6,4%) ou formoterol 12 microgramas, duas vezes ao dia (8/171; 4,7%) apresentaram exacerbações

graves da asma quando comparados com placebo (0/176; 0,0%).

Outras reações adversas

As reações adversas estão listadas em ordem decrescente de freqüência, como segue: muito comum

(≥ 1/10); comum (≥ 1/100 a < 1/10); incomum (≥ 1/1.000 a <1/100); rara (≥ 1/10.000 a < 1/1.000),

muito rara (< 1/10.000), incluindo relatos isolados. Dentro de cada grupo de frequência, as

reações adversas estão listadas em ordem decrescente de gravidade.

Distúrbios do sistema imune

Muito raro: hipersensibilidade (incluindo hipotensão, urticária, edema angioneurótico, prurido,

exantema).

Distúrbios psiquiátricos

Incomum: agitação, ansiedade, nervosismo, insônia.

Distúrbios do sistema nervoso

Comum: dor de cabeça, tremor.

Incomum: tontura.

Muito raro: disgeusia

Distúrbios cardíacos

Comum: palpitações.

Incomum: taquicardia

Muito raro: edema periférico.

Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais

Incomum: broncoespasmo incluindo broncoespasmo paradoxal, irritação da garganta.

Distúrbios gastrintestinais

Muito raro: náusea.

Distúrbios musculoesquelético e do tecido conectivo

Incomum: cãibra muscular, mialgia.

Os seguintes eventos pós-comercialização foram relatados em pacientes tratados com formoterol:

Distúrbios do metabolismo e nutrição: hipopotassemia e hiperglicemia

Investigações: intervalo QT prolongado no eletrocardiograma

budesonida

As reações adversas (Tabela 1) estão classificadas de acordo com sua freqüência, sendo as mais

freqüentes em primeiro, de acordo com a seguinte convenção: muito comum (≥ 1/10), comum (≥

1/100, < 1/10), incomum (≥ 1/1.000, < 1/100), raro (≥ 1/10.000, < 1/1.000), muito raro (<

1/10.000), incluindo casos isolados. Dentro de cada grupo de freqüência, as reações adversas são

listadas em ordem descrecente de gravidade.

Tabela 1

Distúrbios endócrinos

Raro: Supressão adrenal, síndrome de Cushing, hipercorticismo, retardo do

crescimento em crianças e adolescentes

Distúrbios oculares

Raro: Catarata, glaucoma

Distúrbios do sistema imune

Raro: Reações de hipersensibilidade, rash, urticária, angioedema, prurido

Distúrbios psiquiátricos

Raro: Comportamento anormal (descrito em crianças)

Distúrbios músculoesquelético e do tecido conjuntivo

Raro: Diminuição da densidade mineral nos ossos

Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais

Raro: Broncoespasmo paradoxal, candidíase oral, disfonia, irritação da

garganta

Efeitos sistêmicos de corticosteróides inalados podem ocorrer, particularmente em altas doses

prescritas por períodos prolongados. Alguns possíveis efeitos sistêmicos incluem supressão

adrenal, hipercorticismo/síndrome de Cushing, retardo do crescimento em crianças e adolescentes,

diminuição na densidade mineral do osso, catarata e glaucoma e reações de hipersensibilidade

(vide “Advertências”).

Posologia e método de administração

Para uso inalatório em adultos e em crianças acima de seis anos de idade.

As cápsulas de formoterol e budesonida devem apenas ser utilizadas com o inalador.

Adultos

Inalação de 1 a 2 cápsulas (12 - 24 microgramas) de formoterol, duas vezes ao dia, e 1 a 2 cápsulas

de budesonida de 200 ou 400 microgramas, duas vezes ao dia. A cápsula de budesonida deve ser

inalada pelo menos 1 minuto após a inalação da cápsula de formoterol.

A dose máxima de manutenção recomendada de formoterol é 48 microgramas/dia.

Se necessário, 1 a 2 cápsulas de formoterol, adicionalmente às requeridas para terapia de

manutenção, podem ser usadas cada dia para o alívio de sintomas comuns desde que a máxima dose

diária recomendada de 48 microgramas/dia não seja excedida. Entretanto, se a necessidade de dose

adicional for mais do que ocasional (ex.: em mais de dois dias por semana), nova consulta médica

deve ser feita e a terapia reavaliada, já que isso pode indicar uma deterioração da condição

subjacente. As cápsulas de formoterol não devem ser utilizadas para o alívio dos sintomas agudos

da crise de asma. No caso de uma crise de asma, um beta2-agonista de curta duração deve ser

utilizado (vide “Precauções e advertências”).

Crianças (acima de 6 anos)

Inalação de 1 cápsula (12 microgramas) de formoterol, duas vezes ao dia e 1 cápsula de budesonida

de 200 microgramas, duas vezes ao dia. A cápsula de budesonida deve ser inalada pelo menos 1

minuto após a inalação da cápsula de formoterol.

A dose máxima recomendada de formoterol é 24 microgramas/dia e para a budesonida é 800

microgramas/dia.

O formoterol não deve ser usado para alívio dos sintomas agudos de um ataque de asma. No

momento de um ataque agudo, um beta2-agonita de ação rápida deve ser usado (veja “Precauções e

advertências”).

Superdose

fumarato de formoterol diidratado

• Sintomas - A superdose com formoterol provavelmente conduzirá aos efeitos típicos de

estimulantes beta2-adrenérgicos, a saber: náusea, vômitos, cefaléia, tremores, sonolência,

palpitação, taquicardia, arritmia ventricular, acidose metabólica, hipopotassemia e hiperglicemia.

• Tratamento - São indicados tratamentos sintomático e de suporte. Em casos graves, os pacientes

devem ser hospitalizados.

Deve ser avaliado o uso de betabloqueador cardioseletivo, mas apenas sob a supervisão de um

médico e com extremo cuidado, já que o uso de medicação bloqueadora beta-adrenérgica pode

provocar broncoespasmo.

budesonida

A toxicidade aguda da budesonida é baixa. O efeito prejudicial mais significativo que pode ocorrer

após a inalação de uma grande quantidade de medicação em um curto período de tempo é a

supressão do eixo hipotalâmico-hipofisário-adrenal (HHA). Não há necessidade de nenhuma ação

emergencial. O tratamento com budesonida deve continuar com a dosagem recomendada para o

controle da asma.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Reg. MS - 1.0068.0156

Farm. Resp.: Marco A. J. Siqueira - CRF-SP 23.873

Lote, data de fabricação e de validade: vide cartucho.

budesonida

Fabricado por: Pharmachemie BV, Haarlem, Holanda

fumarato de formoterol diidratado

Fabricado por: Novartis Pharma Stein AG, Stein, Suíça

Embalado por: Novartis Pharmaceuticals UK Limited, Horsham, Inglaterra ou Novartis Pharma

Stein AG, Stein, Suíça.

Importado por: Novartis Biociências S.A.

Av. Ibirama, 518 - Complexos 441/3 - Taboão da Serra – SP

CNPJ: 56.994.502/0098-62

Indústria Brasileira

TM = Marca depositada em nome de Novartis AG, Basiléia, Suíça.

formoterol: DOU 25.06.07 + BPI – 23.01.08

2007-PSB/GLC-0096-s

budesonida: BPI - 26.06.07


ISTO É UM MEDICAMENTO, NÃO USE SEM PREESCRIÇÃO MÉDICA E ORIENTAÇÃO DO FARMACÊUTICO. AO PERSISTIREM OS SINTOMAS O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.

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